Veículo com bloqueios

Veículo com bloqueios diversos: o que é e como resolver?

Os veículos com bloqueios diversos, também conhecidos como veículos com restrições, podem gerar diversos problemas para os proprietários. Em geral, isso pode ocorrer por causa de questões administrativas ou judiciais, sendo que cada uma delas exige uma conduta diferente para resolver o problema.

Os bloqueios podem impedir a realização de determinados serviços e são capazes até mesmo de gerar a proibição de circular com o veículo. Inclusive, em casos mais graves, os bloqueios diversos podem levar à perda do automóvel.

Se você tem interesse pelo assunto e deseja conhecer as principais informações sobre veículos com bloqueios diversos, continue a leitura deste post e confira os detalhes!

O que é um veículo com bloqueios diversos?

Veículo com bloqueio ou restrição quer dizer que existem alguns procedimentos que não podem ser feitos no automóvel, como o licenciamento e a transferência de propriedade. Em casos mais graves, os bloqueios podem impedir até mesmo a circulação do carro.

Existem diversos motivos que podem gerar os bloqueios, e todos eles são de natureza judicial ou administrativa. Os bloqueios que mais ocorrem costumam ser os administrativos, principalmente os que têm relação com financiamentos, transferência de propriedade e alienação fiduciária.

Independentemente da razão do bloqueio, sempre que o veículo tem uma restrição, o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) deve apresentar essa informação no seu campo de observação.

Quando há uma restrição no veículo, o proprietário é avisado sobre essa condição. Além disso, é possível fazer consultas nos órgãos de trânsito para se informar se existem bloqueios em determinado automóvel.

Quais são os tipos de bloqueio de veículo?

Os bloqueios de veículos, como citamos anteriormente, podem ser de origem judicial ou administrativa.

As restrições judiciais costumam ser mais graves e difíceis de resolver. Em geral, elas estão relacionadas a questões como penhoras e dívidas. Nesse caso, os impedimentos destinados ao veículo partem de uma ordem judicial.

Esse tipo de situação ocorre, por exemplo, nos casos em que o dono do veículo tem uma dívida ou entrega o seu veículo como garantia para sanar alguma dívida que não é devidamente paga — o que pode resultar na penhora do veículo. Esse tipo de bloqueio pode afetar os processos de transferência e licenciamento.

Um caso ainda mais grave de restrição judicial, mas que também pode ocorrer, é quando há algum tipo de envolvimento do veículo com crimes — se ele foi visto no local de um assalto, por exemplo.

Quando esse tipo de situação ocorre, o Detran deve lançar no sistema uma informação para que haja um bloqueio desse automóvel. Em caso de bloqueio judicial, é o Poder Judiciário que administra o processo, mas o órgão de trânsito é responsável por realizar o registro contra a placa do veículo restrito — motivo pelo qual a retirada do bloqueio só pode ser autorizada pela justiça.

Nos casos em que o bloqueio é gerado por causa do cometimento de algum crime ou prática ilícita usando o veículo, pode ser determinada a sua restrição total, o que quer dizer que ele é impedido de circular.

As restrições administrativas, em geral, apresentam menos gravidade que as judiciais, portanto, costumam ser mais simples de resolver. É o caso, por exemplo, de multas de trânsito vencidas, da não transferência do veículo, do não pagamento das dívidas relacionadas ao automóvel, do atraso no pagamento de impostos etc.

Resolver a restrição de um veículo de origem administrativa costuma ser simples e não envolve muitas burocracias. Para sanar problemas como multas atrasadas, é preciso apenas quitá-las. Se o que gerou o bloqueio foi a falta de transferência, basta efetivá-la.

O que fazer para saber se um veículo tem bloqueios?

Existem duas formas que são mais usadas para que o atual e o futuro proprietário de um veículo consigam saber se existem pendências (ou bloqueios diversos) em nome do veículo, desde multas de trânsito até restrições judiciais.

Assim, é possível fazer pesquisas acerca da situação de determinado veículo pela Internet — no site do Detran de cada estado — ou pessoalmente — diretamente em um posto do órgão de trânsito.

É válido ressaltar que, para fazer a busca online, é preciso acessar o site do Detran do estado em que o veículo foi registrado. A consulta da situação do veículo também pode ser realizada por meio do aplicativo da Carteira Digital de Trânsito.

Ao fazer uma pesquisa online e descobrir que o veículo tem restrições, mas não conseguir informações sobre o tipo de bloqueio que o veículo sofreu, é preciso se dirigir a um posto do órgão para uma consulta mais detalhada — em alguns estados, o serviço presencial deve ser agendado antecipadamente.

Como resolver o bloqueio do veículo?

Para resolver bloqueios diversos de um veículo, é preciso saber quais são os tipos de restrições que o carro tem, já que cada um deles envolve um procedimento.

Se o bloqueio for porque o processo de transferência do veículo não foi concluído, por exemplo, cabe ao proprietário prosseguir com todas as etapas que são necessárias para regularizar a situação.

Nos casos que envolvem clonagem de veículo, o proprietário deve se dirigir a um posto do Detran para obter um novo registro e fazer a troca dos documentos e da placa.

Nos casos em que é preciso fazer as solicitações de serviços junto ao Detran e o proprietário do veículo não tiver tempo disponível para realizar esses trâmites, uma pessoa pode representá-lo — para tanto, uma procuração pode ser exigida.

Quando o bloqueio é judicial, a questão deve ser resolvida diretamente na justiça, no processo que solicitou a restrição — uma vez que, nesses casos, o Detran não tem autonomia para retirar a informação por conta própria.

Agora que você já conhece as principais informações sobre os veículos com bloqueios diversos, antes de comprar um veículo usado, procure adotar todas as medidas que são necessárias, como consultar a situação dele antes de fechar o negócio, para não enfrentar esse tipo de problema.

Para conhecer os serviços prestados pela Regularize CNH, entre em contato conosco agora mesmo!

ppd e cnh

PPD e CNH: saiba como funciona e os passos para fazer a troca

Você sabe como funcionam a PPD e CNH? Ambos são documentos que atestam que determinada pessoa passou pelo processo de formação de condutores, logo, está apta para dirigir.

No entanto, há importantes diferenças entre eles, já que a PPD representa, justamente, um período inicial que é preciso passar para conseguir obter a CNH definitiva.

Como o tema costuma confundir muitas pessoas, preparamos este post, para explicarmos como funciona e o que é preciso observar para fazer a troca entre PPD e CNH. Se você tem interesse pelo assunto, continue a leitura e confira os detalhes!

O que é a PPD?

A permissão para dirigir (PPD), também chamada de carteira de motorista provisória, é o documento que é concedido para quem acabou de completar o processo de formação de condutores.

Isso quer dizer que a pessoa que realiza as aulas teóricas e práticas da autoescola, quando aprovado em todas as etapas, recebe a PPD e não a CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

Esse documento é entregue ao condutor depois que ele obtém aprovação nas provas e conta com validade de um ano. Ao olhar para a PDD, ela é igual a CNH, também conhecida como carteira definitiva, mas existem regras específicas às quais os motoristas precisam se submeter durante esse período.

A PPD funciona como se o novo condutor ainda estivesse passando com um “período de experiência” para se tornar um motorista. Depois disso, não havendo nenhum problema, a CNH definitiva é entregue.

Quais são as principais regras para PPD?

Uma das regras mais famosas sobre a PPD é que o motorista só consegue obter a CNH definitiva se durante o período de 1 ano ele não receber nenhuma multa de natureza gravíssima ou média. Além disso, ele também não pode ser reincidente em infração média.

No Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não diz nada a respeito das infrações de natureza média, mas, ainda assim, é relevante que o motorista tenha cuidado para não ultrapassar o limite de pontos previsto pela legislação.

Os motoristas que não cumprirem essas regras da PPD não recebem a CNH definitiva e para que eles possam dirigir é necessário realizar novamente todo o processo de habilitação, ou seja, tanto as aulas quanto os exames.

Adotar precauções não quer dizer que um condutor recém-habilitado deve evitar dirigir veículos, mas sim que o seu cuidado deve ser redobrado para que não seja preciso passar por todo o processo de habilitação novamente e pagar todas as suas taxas.

Ademais, é válido ressaltar que o condutor que tem em mãos a PPD conta com os mesmos direitos das pessoas que têm uma CNH definitiva. Portanto, não existem lugares em que um pode andar e o outro não.

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, também não existem restrições quanto aos tipos de vias que o motorista com PPD pode dirigir. Assim, é possível trafegar por rodovias, por exemplo, assim como por ruas urbanas de todo o país.

Como solicitar a emissão da CNH definitiva?

O procedimento para solicitar a emissão da CNH definitiva pode variar de acordo com o estado do motorista. No entanto, em geral, os seguintes passos costumam ser necessários:

  • o condutor deve se dirigir a um posto de atendimento do DETRAN, CIRETRAN ou locais que fazem esse tipo de serviço e requerer a CNH definitiva;
  • nesse momento, ele deve receber um boleto da taxa de serviço para a expedição da habilitação definitiva;
  • após o pagamento das referidas taxas, basta esperar o prazo e, ao final, retirar o documento na mesma unidade em que a solicitação foi feita.

Em alguns locais, é possível optar por receber a CNH definitiva em casa — em geral, mediante pagamento de uma taxa.

No entanto, como algumas etapas podem ser distintas a depender de cada estado, o mais indicado é se informar junto ao DETRAN acerca do procedimento que é adotado em sua localidade.

Hoje, já existem locais em que já é possível até mesmo realizar todo o processo online, sem nem sequer sair de casa. É o caso, por exemplo, dos estados de Minas Gerais e Paraná. Nesses casos, é preciso apenas preencher um formulário, pagar a taxa e aguardar o recebimento da CNH definitiva em casa.

O que pode impedir a troca de PPD para CNH?

Como vimos, o motorista precisa aguardar o período de 1 ano após a expedição de sua PPD para que seja possível retirar a CNH. No entanto, não basta apenas esperar esse prazo, existem algumas regras que devem ser respeitadas durante esse período.

Para estar apto a realizar a troca da PPD para a CNH definitiva, o motorista não pode ter cometido nenhuma infração de natureza grave ou gravíssima e nem ser reincidente em uma multa de natureza média, ou seja, ele não pode ter mais de uma multa dessa categoria.

Nesse sentido, são alguns exemplos de multa de natureza gravíssima:

  • passar no farol vermelho;
  • dirigir após o consumo de bebidas alcoólicas;
  • dirigir ou transportar pessoas sem capacete em moto;
  • fazer ultrapassagens em locais não permitidos;
  • dirigir acima da velocidade superior a 50% da permitida na via.

Já entre as infrações de natureza grave figuram as condutas:

  • andar sem cinto de segurança;
  • estacionar o veículo longe da calçada (meio-fio) em uma distância maior do que 1 metro;
  • transitar na via com velocidade superior ao limite, entre 20% e 50%.

As infrações de natureza média, por sua vez, são aquelas que o motorista com a PPD pode cometer uma única vez durante esse período, como ficar sem combustível em via pública e atirar objetos ou líquidos pela janela.

Quais são os riscos de não fazer a troca?

Todas as pessoas contam com o prazo de tolerância de 30 dias para renovar a CNH, inclusive os motoristas recém-habilitados que são portadores da PPD. Esse prazo é concedido justamente para que o condutor providencie todos os trâmites que são necessários para trocar a PPD pela CNH definitiva.

Se o condutor for pego dirigindo com a habilitação vencida há mais de 30 dias, ele comete uma infração de natureza gravíssima e precisa pagar uma multa no valor de R$ 293,47. Ainda, além de receber 7 pontos em seu prontuário e o veículo fica retido até que um condutor habilitado se apresente para retirá-lo.

Agora que você já sabe o que é PPD e CNH e o que é preciso para fazer a troca entre esses documentos, procure se manter atento às regras e aos prazos que apresentamos para conseguir a sua habilitação definitiva quanto antes!

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como dirigir um carro pela primeira vez

Como dirigir um carro pela primeira vez? 5 dicas para garantir segurança!

Descobrir como dirigir um carro pela primeira vez não costuma ser uma tarefa fácil, afinal, aquilo que parece ser \”automático\” para quem já dirige há muito tempo, pode ser um grande desafio para os novos motoristas.

São muitos pontos aos quais é necessário prestar atenção e ter cuidado para que seja possível manter a segurança no volante. Por sua vez, é importante não se intimidar com esse momento, já que apenas com a prática é possível se aperfeiçoar e se tornar um bom motorista.

Se você tem interesse pelo assunto e deseja conhecer 5 dicas de como dirigir um carro pela primeira vez, continue a leitura deste post e confira os detalhes. Não perca!

1. Atente-se à posição do banco

Os carros atuais, de maneira geral, contam com diversas possibilidades de ajustes que podem ser feitos no banco. Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, eles não servem somente para o conforto do motorista.

O indicado é que o condutor fique com a sua postura ereta na direção, uma vez que é preciso garantir que os movimentos necessários sejam realizados sem dificuldade e sem gerar dores.

Para tanto, procure colocar o banco em um ângulo de 100 a 120 graus, ou seja, nem muito inclinado, nem reto demais. Assim, os músculos não devem se tensionar excessivamente.

As pernas não devem ficar totalmente esticadas quando os pedais são pisados até o fundo, e os braços não podem nunca estar totalmente esticados para que seja possível segurar o volante. Por outro lado, os comandos também não devem ficar próximos demais.

2. Verifique se os retrovisores estão na configuração adequada

Depois de se certificar de que o banco está na posição ideal, o motorista deve colocar o cinto de segurança e checar os retrovisores antes de dar a partida no carro.

Nesse momento, lembre-se de ficar com a postura adequada e ajuste os espelhos. Os retrovisores laterais devem exibir uma boa parte da pista e por volta de 10% da lateral do carro, já o espelho interno deve permitir que você veja por toda a janela traseira do veículo.

Saber como ajustar os retrovisores é fundamental para quem deseja saber como dirigir um carro pela primeira vez, uma vez que são itens imprescindíveis no momento de mudar de pista ou realizar uma conversão.

3. Conheça bem o painel do veículo

Conhecer os itens que aparecem no painel do veículo e ficar atento a eles também é muito importante, na medida em que é por lá que o motorista tem como se informar sobre a quantidade de gasolina que há no veículo, se alguma peça precisa de reparo e até mesmo conferir a velocidade em que está transitando.

Apesar de parecer uma dica óbvia, a verdade é que existem muitos indivíduos que ficam com o carro parado em algum lugar por falta de combustível, por exemplo, o que poderia ser evitado com uma simples conferência no painel.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a pane seca, inclusive, é infração de trânsito de categoria média e pode gerar multa no valor de R$ 130,16, 4 pontos na CNH e remoção do veículo.

Ao verificar uma luz de alerta com o desenho da bomba de combustível ligada no painel, quer dizer que o tanque está na reserva. Nesse momento, não é preciso entrar em desespero, pois ainda existem alguns litros que são capazes de fazer o carro andar, mas o indicado é procurar por um posto o quanto antes para resolver a situação.

Além disso, não é um bom hábito andar frequentemente com o tanque na reserva, pois a sujeira decantada no fundo do compartimento pode ser enviada para o motor e gerar danos ao veículo.

4. Fique atento aos pedais

Uma das grandes dúvidas entre os novos motoristas é com relação aos pedais. Um veículo com câmbio manual conta com três pedais e cada um deles tem uma função.

A embreagem, por exemplo, é o pedal da esquerda e é usada para dar a partida no veículo, não deixar o carro morrer quando está parado ou em baixa velocidade e para trocar de marcha.

Já o freio é o pedal do meio, e o seu objetivo é parar o veículo ou diminuir a sua velocidade. Ao pressioná-lo suavemente, a redução é gradual, enquanto uma maior pressão no pedal faz o carro parar em poucos segundos.

Por fim, o acelerador é responsável por fazer as rodas girarem para o carro iniciar a marcha, tanto para frente quanto para trás, a depender do local em que se encontra a alavanca do câmbio.

Há uma regra fundamental com relação aos pedais: a embreagem sempre deve ser pisada com o pé esquerdo e o acelerador e o freio com o direito, já que ambos jamais devem ser acionados ao mesmo tempo.

Os carros automáticos contam com apenas dois pedais, o acelerador e o freio, na medida em que a troca de marcha nesse tipo de veículo é automática.

5. Sinalize qualquer intenção de movimento

Em geral, durante as aulas da autoescola, os alunos aprendem de forma rigorosa a usar as setas e o pisca-alerta para sinalizar intenções de movimento como mudanças de pista, saídas e conversões.

O que muitos motoristas desconhecem é que a sinalização é exigida mesmo nos casos em que não existe outro veículo trafegando atrás, uma vez que o CTB não apresenta distinção entre haver ou não carros ou pedestres a quem sinalizar.

O motorista que não realiza a devida sinalização, como não dar seta ao trocar de faixa na via, comete uma infração grave que gera multa no valor de R$ 195,23 e o acréscimo de 5 pontos em sua CNH.

Agora que você conhece 5 dicas de como dirigir um carro pela primeira vez, lembre-se sempre de usar os itens de segurança, como o cinto, e coloque as nossas dicas em prática para garantir as melhores condições ao conduzir veículos e, consequentemente, gerar mais segurança e conforto no trânsito.

O que achou das nossas dicas? Deixe um comentário e nos conte qual delas foi mais útil para você!

multa por não transferir veículo em 30 dias

Como evitar multa por não transferir veículo em 30 dias? Confira!

Você sabia que existe multa por não transferir veículo em 30 dias? A compra e venda de automóveis é uma atividade comum no Brasil. No entanto, muitas pessoas não conhecem os trâmites para regularizar a transferência e trafegar nas vias públicas com tranquilidade.

Nesse sentido, a transferência de posse de um veículo é um processo obrigatório em casos de venda, previsto no Código de Trânsito Brasileiro. O novo proprietário deve iniciar os trâmites para obter o Certificado de Registro do Veículo (CRV) atualizado.

Embora seja um assunto comum, ainda é alvo de diversas dúvidas, principalmente, pela burocracia do processo. Pensando nisso, confira informações relevantes e o que fazer para evitar a multa por não transferir veículo em 30 dias!

Qual a importância da regularização do veículo?

A compra de um veículo é a realização de um sonho para muitas pessoas, pois oferece liberdade e autonomia. Entretanto, para trafegar com tranquilidade, é indispensável ter o CRV atualizado, para evitar multas e penalidades impostas pelos órgãos de trânsito.

Sendo assim, a regularização do veículo é o primeiro passo para dirigir dentro das leis e não perder dinheiro devido à aplicação de multas. Portanto, ao adquirir o veículo, é muito importante entender o que fazer para transferir dentro do prazo e eliminar dores de cabeça.

Como funciona a transferência de um veículo?

Toda vez que um veículo muda de proprietário, ou seja, é vendido, é necessário solicitar um novo registro, transferindo-o para o nome do comprador. O processo deve ser realizado no órgão de trânsito regional pessoalmente ou por um despachante.

Basicamente, após a venda do veículo, o comprador tem o prazo de 30 dias para realizar a transferência de posse e emitir o novo CRV. Se após esse período a transferência não for efetuada, o vendedor tem 60 dias para realizar a comunicação de venda.

Embora seja um processo simples, é importante ter atenção, pois ao deixar de transferir o veículo no prazo de 30 dias é aplicada a multa. O artigo 233 do Código de Trânsito Brasileiro considera como infração e prevê a retenção do veículo para a regularização.

Quais as mudanças em lei nas regras de compra e venda?

Nos últimos tempos, algumas das leis passaram por alterações, devido à ocorrência da pandemia e necessidade do distanciamento social. Dessa forma, por algum tempo, ficou suspenso o prazo para transferência, mas desde a Resolução 805/2020, o período de 30 dias voltou a vigorar.

Outra mudança é que, desde abril de 2021, deixar de transferir o veículo em 30 dias não gera 7 pontos na CNH. Sendo assim, o valor da multa e a retenção do veículo foram mantidos, caso o novo proprietário não realize a transferência no prazo correto.

A Lei Federal nº 14.071/2020 também promoveu mudanças em relação ao prazo de validade das habilitações e alguns pontos sobre a transferência. Segundo a lei, caso o prazo para transferência estiver expirado, o antigo proprietário deve enviar a cópia autenticada do comprovante de transferência.

Diante disso, o documento é encaminhado ao órgão executivo de trânsito do Estado no em até 60 dias. Assim, as responsabilidades são direcionadas para o novo proprietário, que vai arcar com as sanções aplicadas pelo não cumprimento da lei.

Qual o momento certo para transferir?

O momento ideal para planejar a transferência do veículo é logo após a compra, organizando as documentações e pagamento das taxas. Portanto, é um processo que deve acontecer dentro dos 30 dias previstos pela lei. Se necessário, conte com ajuda de um despachante.

Como deve ser feito o procedimento?

Apesar de ser um processo considerado simples, o novo proprietário enfrenta diversas burocracias para fazer a transferência. É preciso estar com todos os documentos, taxas devidamente pagas e veículo regularizado para ter sucesso.

De forma resumida, o processo de transferência acontece da seguinte forma:

  • verificação da situação do veículo;
  • quitação dos débitos;
  • ida ao cartório para reconhecer firma das assinaturas no recibo;
  • vistoria obrigatória no órgão de trânsito;
  • efetivação da transferência e emissão do novo CRV.

Quais as consequências de não transferir dentro do prazo?

Quando o novo proprietário deixa expirar o prazo de 30 dias para transferir o veículo, não são adicionados pontos na carteira, mas aplicada a multa. Além disso, se o veículo for abordado na fiscalização nas vias, é apreendido até a regularização da situação.

Como evitar a multa por não transferir o veículo em 30 dias?

Você viu, até agora, que as consequências por não transferir o veículo são sérias e podem causar grandes prejuízos financeiros e de tempo. Por isso, é fundamental ter atenção e garantir que o automóvel seja devidamente transferido no prazo correto, para evitar todas as penalidades.

No entanto, caso seja aplicada a multa, é possível recorrer, com chances de reduzir os seus gastos para regularizar o seu veículo. Para isso, basta enviar uma defesa prévia para a Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari).

Nesse sentido, para elevar as chances de ter sucesso e eliminar a multa, é essencial contar com uma assessoria especializada. O apoio profissional é a melhor alternativa para elaborar uma defesa consistente e garantir os seus direitos, regularizando a situação.

A Regularize CNH é uma empresa especializada em regularização de CNH, multas e todo problema que impeça você de dirigir nas vias públicas. Com experiência no assunto, é o apoio ideal para elaborar sua defesa e garantir o direito de dirigir o seu novo veículo com tranquilidade.

Viu como é importante conhecer e evitar a multa por não transferir veículo em 30 dias? Ter o veículo regularizado é muito importante para que não haja complicações após a compra e venda. Por isso, contar com apoio especializado para eliminar as multas é essencial para preservar seu orçamento e dirigir com tranquilidade.

Gostou do post? Agora que já sabe como evitar a multa por não transferir veículo dentro do prazo, não perca tempo e entre em contato conosco agora mesmo! Saiba como podemos ajudar a regularizar sua situação e evitar a aplicação de multas de trânsito e outros problemas relacionados ao CTB!

DPVAT 2022

Fique por dentro das principais informações sobre DPVAT 2022!

Você sabe como funciona o DPVAT 2022? Muitas pessoas costumam ter dúvidas sobre esse seguro, sua obrigatoriedade e pagamento, mas não sabem por onde começar a se informar sobre o tema.

Pensando nisso, preparamos este post, para explicar o que é o seguro DPVAT e se ele precisa ou não ser pago em 2022 pelos proprietários de veículos. Tem interesse pelo assunto? Então, continue a leitura e confira todos os detalhes!

Como funciona o DPVAT 2022?

A sigla DPVAT é uma abreviação para “Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres”. Trata-se de um seguro, criado em 1974, que deve ser obrigatoriamente pago por aqueles que são donos de veículos no Brasil.

Por isso, ele integra a grande lista de despesas que os donos de veículos têm no começo do ano. O seu objetivo é conceder uma indenização e dar apoio às vítimas de acidentes de trânsito e seus familiares, independentemente de quem tenha sido responsável pelo ocorrido.

A sua cobertura abrange apenas acidentes causados por veículos de carga ou terrestres, como motos, carros de passeio, ônibus, caminhões, tratores e micro-ônibus. Desse modo, prejuízos materiais, como os decorrentes de colisão, furto ou roubo, não são cobertos por esse seguro.

Nos casos em que o DPVAT não é utilizado para indenizar vítimas de trânsito, a sua arrecadação é revertida em investimentos na saúde pública do país de maneira geral.

Até mesmo as pessoas que contratam um seguro veicular particular para o carro precisam pagar o seguro DPVAT. Isso porque, trata-se de uma das exigências para obter o licenciamento anual do veículo — item que é obrigatório para poder transitar em vias públicas regularmente com automóveis.

Mas é válido ressaltar que em 2022 os motoristas estão isentos de pagar o DPVAT, em razão de uma medida aprovada pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP).

Inclusive, esse é o segundo ano consecutivo em que a isenção do DPVAT é concedida, justamente porque há um excedente de recursos no fundo que é usado para cobrir os prejuízos com acidentes de trânsito.

Como solicitá-lo?

O processo para solicitar a indenização do seguro DPVAT pode ser feito de maneira direta, sem ser exigido o auxílio de advogados, e todo o procedimento não tem custos ao requerente.

Para tanto, é preciso apenas ir até o posto de atendimento mais próximo da Seguradora Líder, responsável pela administração dos recursos, e apresentar os documentos que são exigidos para o requerimento, conforme a cobertura solicitada, como:

  • formulário do pedido do seguro DPVAT;
  • documentos pessoais da vítima;
  • boletim de ocorrência.

Quem está isento de pagar o DPVAT?

Nos casos em que a isenção do DPVAT é concedida, ela é válida para todos, sendo que os proprietários de veículos nem sequer precisam fazer uma solicitação para ter direito ao benefício.

Já nos anos em que o DPVAT é cobrado, até mesmo os veículos que são isentos de IPVA devem pagá-lo junto ao licenciamento anual ou com o serviço de emplacamento.

Quais são os prazos para o pagamento de indenizações?

As vítimas de acidentes de trânsito e os seus herdeiros, em caso de falecimento do acidentado, contam com um prazo de até 3 anos depois da data do acidente para fazer a solicitação de indenização.

Quais são as coberturas previstas?

Agora que você já sabe o que é o DPVAT 2022 e entende como ele funciona, a seguir, vamos apresentar as coberturas previstas por esse seguro.

Morte

Nos casos em que a vítima acaba falecendo em decorrência de um acidente de trânsito, os seus herdeiros legais contam com o direito de receber a indenização vigente na data em que o sinistro ocorreu.

Em 2022, os herdeiros da vítima, de acordo com a sucessão legítima, devem ser indenizados na importância de R$ 13,5 mil.

Invalidez permanente total ou parcial

Se a vítima de acidente de trânsito ficar inválida permanentemente devido ao acidente, ou seja, nos casos em que o tratamento médico já foi finalizado e constatou-se que a invalidez tem caráter definitivo, a quantia que o acidentado deve receber a título de indenização deve ser de R$ 13,5 mil.

Despesas médicas e hospitalares

Por fim, o DPVAT também tem cobertura com as Despesas de Assistência Médica e Suplementares (DAMS), que deve ser paga à vítima de acidente de trânsito, a fim de custear o seu tratamento, sob orientação médica.

Nesse caso, os valores devem ser usados com gastos decorrentes de despesas com assistência médica, hospitalares e com medicamentos. No entanto, se os procedimentos médicos são feitos em hospitais públicos, a vítima perde o direito de receber a indenização, uma vez que não existem cobranças hospitalares.

O reembolso é feito diretamente à vítima do acidente de trânsito no valor de até R$ 2,7 mil.

O que o seguro não cobre?

Todos os demais casos que não citamos não são cobertos do seguro DPVAT, como os seguintes:

  • acidente sem vítimas;
  • prejuízos materiais;
  • multas ou fianças que são impostas ao motorista;
  • acidentes que ocorreram fora do território nacional, mesmo que envolva um veículo registrado no Brasil;
  • acidentes que ocorrem com veículos estrangeiros em circulação no território nacional;
  • danos pessoais que não foram gerados por veículos de via terrestre ou por sua carga.

Quem tem direito ao seguro DPVAT?

Todas as pessoas que são vítimas de acidente de trânsito em território nacional fazem jus ao recebimento da indenização, seja passageiro, motorista ou pedestre. Contudo, entenda que:

  • em casos de falecimento da vítima, quem deve receber o valor do DPVAT são os seus herdeiros;
  • se houver despesas médicas e hospitalares ou invalidez permanente, quem recebe é o próprio acidentado.

Mas atenção, se o motorista do veículo responsável pelo sinistro não está em dia com o pagamento do DPVAT de anos anteriores, ele perde o direito à cobertura em caso de acidente de trânsito. Além disso, como vimos, não é possível fazer o licenciamento do veículo sem o pagamento desse imposto.

Agora que você já conhece as principais informações sobre o DPVAT 2022, lembre-se que para requerer a indenização desse seguro é fundamental reunir e apresentar toda a documentação exigida!

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compra e venda de veículo

Veja o passo a passo para a compra e venda de veículo sem pendências

Realizar a compra e venda de um veículo sem deixar pendências é importante para garantir a segurança do procedimento. Inclusive, existem algumas exigências legais que têm como objetivo evitar problemas, tanto para o comprador quanto para o vendedor.

Por isso, é importante que os motoristas e proprietários de veículos tenham conhecimento sobre o tema, especialmente, sobre os documentos que são exigidos durante o procedimento.

Pensando em ajudar, preparamos este post com o passo a passo para a compra e venda de veículos. Se você tem interesse pelo assunto, continue a leitura e confira os detalhes!

Como deve ser realizada a ação de compra e venda sem pendência?

A primeira medida que deve ser adotada depois da venda de um veículo é a transferência e a comunicação de venda. É imprescindível adotá-las no momento em que a negociação for concluída.

O antigo dono do veículo deve dar o aviso ao Detran o quanto antes, porque se o novo dono cometer qualquer tipo de infração de trânsito, ou delito usando o automóvel, a responsabilidade pode recair sobre ele. Isso porque ainda figura como proprietário nos documentos do veículo, até que a transferência seja efetivada.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o proprietário antigo precisa encaminhar ao Detran, no prazo de 30 dias, uma cópia autenticada do comprovante de transferência de propriedade. Quem deve adotar as providências para não ser multado por não cumprir o prazo de 30 dias para a transferência do veículo é o comprador.

Nos casos em que o prazo não é respeitado, a parte comete uma infração de natureza grave, que gera multa no valor de R$195,23, além de acrescentar 5 pontos na CNH do motorista.

Qual é a documentação necessária?

Existem diversos documentos que devem ser apresentados para que a transferência de veículo seja feita, sendo alguns deles:

  • Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV);
  • CRV preenchido e assinado, com firma reconhecida em cartório;
  • comprovante de endereço recente;
  • documento de identificação;
  • dois decalques do chassi do veículo;
  • comprovante dos pagamentos da taxa de emissão da nova CRV e de outros débitos, se houver;
  • duas vias do formulário do Renavam.

Quais são os riscos nessa operação?

Existem alguns riscos na operação de compra e venda de veículos, especialmente, nos casos em que o Certificado de Registro de Veículo (CRV), também chamado de Documento Único de Transferência (DUT), é entregue em branco. Tanto o vendedor quanto o comprador podem tomar essa iniciativa equivocada.

Em geral, os vendedores usam, como justificativa para vender o veículo com o DUT em branco, pendências com as documentações do carro. Ocorre que, se o veículo está irregular, não é possível fazer a transferência, uma vez que para concretizá-la, o proprietário precisa regularizar a situação e pagar as devidas taxas.

Mais uma razão para essa prática não recomendada de vender um veículo ou comprá-lo com o DUT em branco costuma ser, justamente, a impossibilidade de gastar dinheiro com as taxas de transferência. Assim, para contornar a situação, as partes combinam um valor pela venda do automóvel, mas a sua propriedade continua sendo do antigo dono.

Acontece que essa prática não é indicada e, inclusive, é considerada perigosa. Afinal, os envolvidos podem ser acusados e punidos por crime tributário.

Existem pessoas que, por ingenuidade, cometem esse equívoco com a finalidade de se livrar das burocracias que envolvem o processo de transferência. No entanto, independentemente da justificativa, vender ou comprar um veículo com o DUT em branco é uma prática ilegal, que prevê sanções aos envolvidos.

Quais são os cuidados que devem ser tomados para não ter prejuízos?

Existem diversos cuidados que devem ser adotados para não ter prejuízos durante a compra e venda de um veículo. Inicialmente, o comprador deve se certificar de que recebeu o valor combinado previamente, antes de providenciar a documentação.

A conclusão da transferência bancária, por exemplo, deve ser feita antes da assinatura do CRV. Lembre-se de não entregar esse documento para o comprador ou despachante.

Além disso, antes de fazer a declaração de compra e venda de veículo, existem outras questões que merecem atenção. Um cuidado imprescindível que deve ser adotado é saber exatamente quem está comprando e vendendo o veículo para evitar golpes, já que esse tipo de negócio envolve confiança mútua.

Mais um ponto relevante é conhecer o veículo que você pretende adquirir. O ideal é desconfiar de valores abaixo do mercado, além de requerer uma revisão mecânica do carro para conferir se o valor pedido pelo veículo está de acordo com as suas condições de uso.

Atualmente, para fazer a venda de um veículo, existe um sistema que interliga o cartório e o Detran. No entanto, para ter mais segurança na negociação, é recomendado que as partes façam uma declaração de compra e venda.

Mais uma orientação relevante é fazer pesquisas acerca do veículo que você deseja comprar por meio dos sites do Detran e Denatran. O objetivo é verificar possíveis pendências, como busca e apreensão, penhora, multas que não foram pagas etc.

Também é importante fazer uma consulta sobre o veículo no site da Secretaria da Fazenda Estadual para buscar por possíveis autuações, valor pago no último ano referente ao IPVA e restrições judiciais.

Lembre-se de que fazer esses procedimentos antes de fechar a negociação do automóvel é muito importante. Apenas após checar todas essas informações é possível comprar ou vender um veículo com tranquilidade.

Agora que você já conhece o passo a passo para a compra e venda de veículos sem pendências, coloque em prática as nossas dicas para garantir uma transação justa, segura e sem surpresas desagradáveis para ambas as partes envolvidas no processo.

O que você achou das sugestões que apresentamos neste post? Se você gostou, compartilhe o artigo em suas redes sociais para que os seus amigos também tenham acesso a essas informações e não tenham problemas durante o procedimento!

multa de rodízio

Saiba qual o valor da multa de rodízio e como funciona

A multa de rodízio costuma gerar diversas dúvidas, especialmente porque se trata de uma penalidade que, no Brasil, é aplicada apenas na cidade de São Paulo. No entanto, até mesmo aqueles que estão no local a passeio estão sujeitos às suas regras.

Logo, é fundamental ficar atento ao dia do rodízio de seu veículo para evitar as sanções que são geradas a quem comete essa infração, como o pagamento de multa e a aplicação de pontos na CNH.

Se você tem interesse pelo assunto e deseja descobrir qual é o valor da multa do rodízio e como funciona, continue a leitura do post para conferir os detalhes. Não perca!

Como funciona a multa de rodízio?

O rodízio de veículos foi adotado em diversas cidades do mundo para diminuir o número de veículos em circulação. Contudo, a sua motivação pode ser distinta, dependendo da localidade.

No Brasil, o rodízio foi adotado como uma maneira de diminuir o número de veículos em circulação e, consequentemente, gerar menos engarrafamentos. Atualmente, no país, somente a cidade de São Paulo adota o rodízio de veículos, vinculado à Operação Horário de Pico.

Dessa maneira, de segunda a sexta-feira, com exceção de feriados, nos períodos entre 7h até 10h da manhã e das 17h às 20h, o rodízio é válido no Mini Anel Viário, que abrange grande parcela da cidade.

Nesse sentido, são diversos os bairros que fazem parte da zona do rodízio, como Jardins, Vila Mariana, Pinheiros, Ipiranga, Bom Retiro, Sé, Barra Funda, Perdizes, Lapa, Saúde, Belenzinho e muitos outros.

Na prática, o seu funcionamento ocorre da seguinte maneira: a cada dia, a numeração final de certas placas não podem circular nos horários acima indicados. São elas:

  • segunda-feira: 1 e 2;
  • terça-feira: 3 e 4;
  • quarta-feira: 5 e 6;
  • quinta-feira: 7 e 8;
  • sexta-feira: 9 e 0.

Outra dúvida que costuma ser recorrente é se os veículos com placas de outras cidades também ficam sujeitos ao rodízio, e a resposta é sim. Todos os veículos que circulam na cidade de São Paulo durante a semana devem obedecer às normas do horário do rodízio.

Além disso, é válido ressaltar que os veículos a GNV também não estão liberados, já que a principal finalidade da Operação Horário de Pico é diminuir o número de veículos nas vias nos horários de pico e não a emissão de poluentes.

Já os caminhões, por sua vez, contam com ainda mais restrições para a circulação na cidade de São Paulo, além dos horários do rodízio no Mini Anel Viário.

Qual é a tolerância para multa de rodízio?

Um ponto que, sem dúvidas, merece atenção dos motoristas sobre o horário do rodízio é que não há tolerância de nenhum minuto a partir dos horários estipulados. Além disso, existe a possibilidade de ser multado duas vezes no mesmo dia por causa do rodízio: uma em cada horário de restrição de circulação, ou seja, manhã e tarde.

Contudo, o horário do rodízio em São Paulo não funciona o ano todo de forma ininterrupta. Existem alguns períodos em que há a sua suspensão, por exemplo, durante as festas de fim de ano, feriados e outros eventos que podem ocorrer na cidade. Isso porque, durante esses períodos, há uma diminuição no número de veículos que circulam na cidade e, consequentemente, do trânsito.

Além disso, existem determinados casos em que é possível requerer a isenção do horário do rodízio. Nesse sentido, há uma autorização especial que torna isentos os veículos que são dirigidos por pessoas com deficiências ou doenças, bem como os que transportam pacientes que precisam chegar aos seus locais de tratamento.

Ao obter essa autorização, você não pode ser multado por circular, em qualquer dia e horário, dentro da cidade de São Paulo com veículo.

Qual é o valor?

Uma das maneiras de assegurar que as normas do rodízio de veículos vão ser cumpridas pelos motoristas é por meio da aplicação de sanções àqueles que desrespeitarem o horário do rodízio.

Para punir condutores que dirigem os seus veículos no dia de rodízio de sua placa, é aplicado o que está disposto no art. 187 do CTB, que prevê que se trata de uma infração de natureza média, com multa no valor de R$ 130,16 e aplicação de 4 pontos na CNH do motorista.

Como essa multa é aplicada?

A fiscalização do horário do rodízio em São Paulo é ativa e funciona, sendo que a multa de rodízio pode ser aplicada tanto por agentes de trânsito quanto por meio dos radares instalados nas vias.

Os equipamentos eletrônicos que, em geral, são utilizados para registrar infrações de velocidade, também são capazes de captar uma imagem do veículo e os caracteres da placa são reconhecidos pelo sistema.

Dessa maneira, torna-se mais fácil e efetivo fazer o controle dos veículos em circulação durante o horário do rodízio e garantir que quem não o respeitar será penalizado por tal atitude.

Como evitar cometê-la?

Para evitar cometer a multa de rodízio, é imprescindível sempre conferir o dia da semana e a placa do seu veículo antes de circular com ele nos horários de pico.

Se você tiver dúvidas se o rodízio está suspenso ou não em um dia específico, não deixe de consultar o site da CET para visualizar o histórico de suspensões do rodízio.

O que fazer ao receber uma multa de rodízio?

Se você receber uma multa de rodízio e não concordar com a penalidade aplicada, é possível ingressar com recursos. Para tanto, é preciso seguir as orientações do órgão quanto aos prazos, dados a serem inseridos no requerimento de defesa e documentos que devem ser anexados.

Se a defesa prévia for aprovada, o auto de infração deve ser arquivado e as penalidades nem sequer serão aplicadas. No entanto, nos casos em que ela é indeferida, o motorista deve receber uma Notificação de Imposição de Penalidade.

Essa notificação é composta por um boleto para o pagamento da multa e informações sobre a penalidade cometida. Nesse momento, ainda é possível ingressar com recurso em 1ª instância, que deve ser enviado à JARI (Junta Administrativa de Recursos de Infração).

Mais uma vez, em caso de indeferimento, pode-se ingressar com um último recurso, que deve ser endereçado ao CETRAN (Conselho Estadual de Trânsito) e que é julgado por uma comissão diferente da anterior.

Para obter sucesso em seu recurso é imprescindível apresentar uma boa fundamentação. Para tanto, você pode contar com a ajuda de empresa especializada em multas, como a Regularize CNH.

Agora que você já conhece os principais detalhes sobre a multa de rodízio, fique atento aos pontos que apresentamos para evitar cometê-la e, se for o caso, não deixe de ingressar com recursos se não concordar com a penalidade recebida.

Para contar com o auxílio dos consultores da Regularize CNH ao fazer o seu recurso de multa, entre em contato conosco!

Detran Débitos

Conheça o Detran Débitos e as suas principais funcionalidades

Se você é motorista, já deve ter precisado resolver alguma pendência no Detran de seu estado, certo? Afinal, como se trata órgão estadual de trânsito mais importante, é normal que a maior parte das exigências de trânsito sejam resolvidas por ele.

No entanto, com a facilidade proporcionada pela internet, há a possibilidade de resolver diversas pendências diretamente pelo site do órgão, bastando ter acesso à rede. Nesse sentido, o Detran Débitos é a ferramenta ideal para realizar consultas sobre a sua situação burocrática e a de seu veículo.

Se você se interessa pelo tema e quer descobrir o que é o Detran Débitos e quais são as suas principais funcionalidades, continue a leitura deste post, que vamos apresentar os detalhes. Não perca!

O que é Detran Débitos?

Inicialmente, é preciso apontar que existem dois dos principais débitos que é possível ter em um veículo: o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e as multas de trânsito.

O IPVA é um imposto que é cobrado de todos proprietários de veículos do país, e não pagá-lo torna impossível fazer o licenciamento anual do veículo. Isso configura uma irregularidade e impede a circulação do automóvel pelas vias do país.

Nesse sentido, o Detran Débitos consiste em um recurso oferecido no site do órgão de trânsito de cada estado que permite a consulta a pendências de um veículo. Essa ferramenta costuma ser muito útil em momentos em que o motorista quer se precaver e deseja conhecer as condições de um veículo, como antes de concluir uma negociação de compra de um carro.

A consulta ao Detran Débitos também pode ser importante para que o proprietário de um automóvel conheça a verdadeira situação de seu veículo. Isso porque existem casos em que o motorista tem em seu nome um processo de suspensão do direito de dirigir aberto, sem saber.

O que é possível consultar no Detran Débitos?

Além de ser possível consultar os débitos do automóvel, o motorista também tem acesso a um relatório completo com dados gerais acerca do veículo por meio do Detran Débitos. Veja quais são as informações fornecidas:

  • multas;
  • chassi;
  • recall;
  • Renavam;
  • sinistros;
  • tabela Fipe, entre outras.

Em geral, é possível verificar todos esses dados por meio de um relatório que é enviado ao motorista em seu endereço de e-mail.

Qual é o passo a passo para a consulta completa?

O procedimento de pesquisa no Detran Débitos costuma ser bastante simples. Basta acessar o site do órgão de trânsito do seu estado e procurar pela aba “Veículos”, “Débitos”, “Consulta”, “Multas”, “Infrações” — a nomenclatura pode variar, a depender de cada página.

Depois, insira as informações solicitadas que, em geral, são a placa do veículo e o seu Renavam. Nesse momento, já se torna possível verificar os débitos na tela de seu aparelho eletrônico.

Como se trata de procedimento que costuma ser rápido e sem dificuldades, é indicado que o condutor realize uma consulta completa aos débitos e à placa do seu veículo regularmente. Afinal, por meio dessa ferramenta, é possível obter informações relevantes sobre a situação do automóvel e evitar maiores problemas com o veículo.

Como regularizar um veículo?

Se após a consulta ao Detran Débitos você notar que o seu veículo tem pendências, e deseja regularizar a situação, você deve procurar o órgão de registro do veículo. Na maioria dos estados brasileiros, além de fazer a consulta online, também costuma ser possível acessar os boletos para pagamento dos débitos por meio do site.

Caso tenha dificuldades ou não os encontrar, também é possível se dirigir ao posto do Detran mais próximo, ou entrar em contato por telefone, a fim de obter ajuda. Além disso, para sempre realizar a regularização do documento do veículo na data correta, é fundamental ter atenção ao calendário de pagamentos do IPVA de seu estado.

As datas são divulgadas com antecedência para que o motorista possa se programar para quitar o imposto, antes de o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) perder a validade.

Quais são os riscos de não regularizar os débitos de um veículo?

Deixar de regularizar a situação de um veículo, conforme determinado pelo órgão de trânsito, pode trazer diversas consequências. Não pagar o IPVA, por exemplo, além de gerar multa no valor de R$293,47 e 7 pontos na carteira do proprietário do veículo, também pode fazer com que o motorista tenha o seu nome incluído no cadastro de dívida ativa.

Em um primeiro momento, quando há o atraso no pagamento do tributo, o proprietário do veículo recebe uma notificação pelos Correios de que o débito está em aberto. Se o prazo estipulado na notificação for ignorado, um processo para incluir o nome do devedor na dívida ativa é iniciado.

Ocorre que estar inscrito na dívida ativa não é a mesma coisa que estar com o nome dos serviços de proteção ao crédito, como Serasa e SPC. Nesse caso, há a previsão de execução por não pagamento de impostos, o que quer dizer que o devedor pode ter os seus bens penhorados para que os débitos sejam pagos.

Os prejuízos não são somente esses, já que o veículo que está com o documento atrasado deve ser recolhido ao depósito do Detran, só podendo ser retirado de lá após o pagamento de todos os débitos em aberto, inclusive, o reboque e as diárias do depósito. Dessa maneira, quanto mais tempo o proprietário demora para regularizar a situação, mais cara a conta deve ficar.

Agora que você já sabe o que é o Detran Débitos e quais são as suas principais funcionalidades, lembre-se: em caso de dúvidas, buscar o auxílio de profissionais especializados é sempre a alternativa mais indicada para que os seus problemas sejam solucionados da melhor maneira.

Se durante a consulta você verificou uma multa em seu veículo com que você não concorda, você pode procurar uma empresa especializada para ingressar com um recurso de multa, a fim de tentar cancelar a penalidade.

Para contar com o auxílio dos consultores da Regularize CNH ao fazer o seu recurso de multa, entre em contato conosco!

quando a autuação vira multa

Descubra quando a autuação vira multa e o que fazer nesse caso

Você sabe quando a autuação vira multa? Conhecer certos conceitos relacionados à legislação de trânsito é muito importante para os motoristas, especialmente, para identificar como agir em cada caso.

A autuação, por exemplo, é um tema que costuma gerar muitas dúvidas, justamente, porque existem motoristas que a confundem com a multa. Por isso, ficam sem saber como devem proceder nesse momento.

Pensando em ajudar você a entender, de uma vez por todas, sobre o assunto, preparamos este post para explicar quando a autuação vira multa e o que o motorista pode fazer nesse caso. Se você tem interesse pelo tema, continue a leitura para conferir os detalhes!

O que é autuação?

O primeiro documento que o condutor autuado recebe é o auto de infração. Nesse momento, ele ainda não terá o boleto para pagamento da multa.

De acordo com o art. 280 do CTB, o auto de infração deve apresentar as seguintes informações:

  • local, data e horário em que a infração foi cometida;
  • tipificação da infração;
  • prontuário do motorista, se for possível;
  • caracteres da placa do veículo, sua marca e demais características;
  • assinatura do infrator, se for possível;
  • identificação do equipamento que comprova a infração, ou do órgão ou agente autuador, a depender de quem flagrou a infração.

Como a autuação se diferencia da multa?

Nos casos em que o condutor é visto cometendo uma infração de trânsito, como vimos, cabe ao agente preencher e lavrar um auto de infração. Depois que o documento é preenchido, ele deve ser encaminhado para a autoridade de trânsito competente que, por sua vez, vai fazer uma análise sobre a consistência das informações presentes na autuação. Ou seja, é preciso verificar se ele foi feito dentro dos parâmetros exigidos pela legislação.

Se a autoridade de trânsito notar alguma irregularidade no documento, ela deve ser arquivada. Já nos casos em que tudo está dentro das especificações exigidas, o proprietário do veículo deve ser notificado sobre o auto de infração de trânsito.

Nesse momento, a autoridade de trânsito deve mandar a notificação de autuação ao proprietário do veículo que, depois de receber o documento, tem algumas opções: indicar o condutor infrator, se não foi ele que cometeu a infração, ingressar com a defesa prévia ou esperar receber a multa.

Dessa maneira, podemos dizer que a autuação é o início do processo administrativo para a aplicação da penalidade. Já a multa é enviada ao motorista por meio da notificação de penalidade, sendo que ela só deve ser expedida nos casos em que a autuação não for cancelada na defesa prévia. Essa notificação deve conter um boleto bancário com o valor da multa a ser paga.

Qual é o prazo para uma autuação virar multa?

Para apresentar a defesa prévia (que ainda não é o recurso de multa), o condutor tem um prazo de até 30 dias, que deve ser contado a partir da data de expedição da notificação — ou seja, do dia em que o documento foi enviado pelo órgão de trânsito. Se os argumentos apresentados na defesa prévia convencerem a autoridade de trânsito, a autuação deve ser arquivada.

Nos casos em que ela é indeferida ou não é apresentada dentro do prazo, a penalidade deve ser aplicada. Assim, é nesse momento que é expedida a notificação de penalidade e a notificação de autuação vira multa.

Se a defesa prévia não for apresentada, a notificação de penalidade deve ser enviada ao motorista em até 180 dias depois do registro da infração. Já nos casos em que a defesa prévia é apresentada em tempo hábil, o prazo para aplicar as penalidades passa a ser de até 360 dias.

Como recorrer?

Ao ingressar com um recurso e obter sucesso na demanda, não é preciso pagar a multa de trânsito e o condutor também não deve ter os pontos acrescentados à sua CNH — o que é capaz de evitar um processo de suspensão ou cassação da carteira de motorista, por exemplo.

Como vimos, a defesa prévia é a primeira chance de contestar a penalidade recebida. Nesse momento, há a possibilidade de cancelar a autuação, antes que ela vire multa.

Durante essa fase, é relevante que o condutor aponte apenas problemas com os aspectos mais formais do documento. A ausência ou o equívoco em qualquer um dos itens que devem estar presentes em uma notificação de autuação, por exemplo, já justificam seu cancelamento.

Nos casos em que ele opta por não apresentar a defesa prévia, ou quando ela é indeferida, o motorista deve receber a notificação de penalidade, e pode optar por continuar investindo em sua defesa e ingressar com recurso em primeira instância.

Nessa fase, costuma ser mais fácil obter o deferimento do pedido, já que não é preciso se ater apenas aos aspectos formais. O motorista deve usar argumentos consistentes e com base nas legislações de trânsito vigentes para apresentar a sua defesa. Quanto mais perícia no assunto o recurso tiver, maiores são as suas chances de sucesso.

Para que seja possível apresentar uma defesa com argumentos sólidos, precisos e com maiores chances de fazer com que o seu recurso seja deferido, você pode contar a ajuda de uma empresa especializada em recurso de multa. A Regularize CNH conta com profissionais qualificados e com experiência no assunto.

Se o recurso em primeira instância não for aceito, é o momento de partir para o recurso em segunda instância — a última oportunidade para se defender na esfera administrativa. Essa etapa final do recurso de multa só pode ser usada em caso de indeferimento nas fases anteriores.

Também é fundamental apresentar uma argumentação de defesa bastante técnica e precisa. É possível, até mesmo, usar os mesmos argumentos que foram adotados na fase anterior, se não deseja acrescentar ou alterar nenhum ponto, já que é outra comissão que deve avaliar o pedido. Por esse motivo, as chances de sucesso, nessa última fase, continuam altas.

Agora que você já sabe quando a autuação vira multa e como proceder nesses casos, lembre-se de que é recomendável buscar ajuda especializada para a elaboração do recurso de multa!

Para contar com o auxílio dos consultores da Regularize CNH ao fazer o seu recurso de multa, entre em contato conosco!

multas autossuspensivas

O que você sabe sobre multas autossuspensivas? Confira!

A legislação de trânsito e suas determinações são muito importantes para a manutenção da segurança nas vias. Nesse sentido, as multas autossuspensivas — que têm como objetivo manter ruas e rodovias mais seguras — merecem atenção por parte de motoristas.

Esse tipo de penalidade gera a suspensão automática da CNH do condutor que a comete, justamente, por se tratar de uma conduta considerada muito perigosa. Por isso, pessoas que não desejam perder o seu direito de dirigir devem conhecer sobre o tema.

Se você tem interesse pelo tema e deseja conhecer mais sobre as multas autossuspensivas, continue a leitura deste post e confira os detalhes. Não perca!

O que são multas autossuspensivas?

A multa autossuspensiva, na realidade, é uma penalidade prevista para algumas infrações de natureza gravíssima. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), as infrações gravíssimas abrangem as condutas mais perigosas adotadas nas vias.

Uma parte das infrações gravíssimas são autossuspensivas, ou seja, elas apresentam como penalidade a suspensão imediata do direito de dirigir. Isso ocorre porque, apesar de já estarem entre as condutas de maior gravidade, são consideradas ainda mais perigosas no trânsito.

Dessa maneira, mesmo sem ultrapassar o limite de pontos, o condutor pode ter o direito de dirigir suspenso por prazo determinado, ao ser pego mesmo que uma única vez cometendo uma infração que gera multa autossuspensiva.

Motorista que tem a sua CNH suspensa deve entregar a habilitação e, após o período de a penalidade acabar, precisa, ainda, realizar um curso de reciclagem no CFC (Centro de Formação de Condutores). Esse é um pré-requisito para reaver o seu direito de dirigir.

Quais são os principais exemplos?

Existem 20 infrações gravíssimas que se encaixam na categoria de multas autossuspensivas por gerar um impacto extremamente negativo ao trânsito. É o caso, por exemplo, da ação de dirigir sob o efeito de álcool, infração prevista no art. 165 do CTB.

O motorista alcoolizado que é pego conduzindo o veículo, além de ter a CNH suspensa, também recebe a multa pecuniária com o valor acentuado. Senso assim, em vez de pagar R$293,47 (valor base determinado para as infrações gravíssimas), a multa passa a ser no valor de R$2.934,70, em razão do fator multiplicador. O mesmo é válido para os condutores que se recusam a fazer o teste do bafômetro.

Disputar corridas e promover “rachas”, por exemplo, são condutas que colocam o trânsito e a segurança de todos em risco. Portanto, também geram multas autossuspensivas e contam com fator multiplicador.

Como conferir todas as multas autossuspensivas?

Agora que você já sabe o que são as multas autossuspensivas e conhece alguns exemplos, deve estar se perguntando como conferir todas as infrações gravíssimas que preveem essa penalidade para evitar cometê-las, não é mesmo?

O rol completo das multas autossuspensivas pode ser encontrado na legislação, já que elas estão previstas no CTB. No entanto, para ajudar, separamos quais são:

  • dirigir sob influência de álcool;
  • recusar o teste do bafômetro;
  • dirigir ameaçando os pedestres ou demais veículos;
  • disputar corrida;
  • promover “rachas”;
  • realizar manobra perigosa com o veículo;
  • não adotar medidas de segurança no local de acidente;
  • deixar de prestar socorro em caso de acidente;
  • recusar-se a mover o veículo do local de um sinistro;
  • não facilitar o trabalho da perícia, em caso de acidente;
  • não prestar informações para Boletim de Ocorrência (B.O.), quando solicitado;
  • forçar passagem entre veículos;
  • transpor sem autorização bloqueio viário policial;
  • transitar em velocidade superior a 50% da máxima permitida;
  • conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor transportando passageiro sem capacete ou fora do assento correto;
  • conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor sem usar capacete com viseira ou óculos e vestuário de acordo com o determinado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran);
  • conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor fazendo malabarismo ou se equilibrando em apenas uma roda;
  • conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor transportando criança com menos de sete anos;
  • conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor com os faróis apagados;
  • organizar interrupção da circulação da via sem autorização;
  • usar o veículo para interromper a circulação da via sem autorização.

Qual é o período de suspensão da CNH?

Os prazos de suspensão da CNH podem variar, a depender do motivo que gerou a suspensão. Existem infrações com prazos fixados pelo CTB. É o caso, por exemplo, da Lei Seca, que gera 12 meses de suspensão aos motoristas que são pegos após beber.

Contudo, para outras infrações, a CNH pode ficar suspensa por prazos maiores ou menores, que variam de 2 a 24 meses. Em geral, os períodos maiores são aplicados aos motoristas que são reincidentes em infrações autossuspensivas no prazo de 12 meses.

Como evitar receber uma multa autossuspensiva?

Para evitar receber uma multa autossuspensiva, é importante que o motorista dirija veículos prezando pela sua segurança e pela das demais pessoas que transitam pela via, visando a não cometer infrações tão graves, que geram a suspensão da CNH.

Se você recebeu uma multa autossuspensiva e não sabe como agir, pois não deseja perder o seu direito de dirigir, saiba que nem tudo está perdido. Ainda é possível ingressar com recursos, conforme vamos apresentar no próximo tópico.

O que fazer ao receber uma multa autossuspensiva?

Existem condutores que não procuram anular uma autuação de caráter suspensivo por acreditarem que é possível recorrer apenas em casos menos severos. Contudo, o direito à defesa é garantido ao condutor pela legislação em todas as situações de imposição de penalidade ou autuação.

No momento em que é aberto um processo para imposição de penalidade, o órgão que ensejar a instauração deve enviar ao motorista uma notificação. Tanto no aviso de multa quanto no de suspensão, há um prazo expresso na correspondência para apresentação da defesa prévia ou recurso.

Você deve ter, no total, três chances para cancelar a autuação recebida, são elas:

  • defesa prévia;
  • recurso em primeira instância;
  • recurso em segunda instância.

Nas situações em que você não obtém o resultado desejado na primeira oportunidade, ainda existem mais duas tentativas de evitar penalidades. Se a defesa prévia não for enviada no prazo correto, é possível iniciar a defesa a partir do recurso em primeira instância.

No entanto, é válido ressaltar que não enviar o recurso em primeira instância no prazo indicado impossibilita o encaminhamento do recurso à instância seguinte. Por isso, é imprescindível prestar atenção aos prazos constantes nas notificações recebidas para que seja possível enviar a defesa em tempo hábil.

Em algumas dessas etapas, é possível que você consiga evitar ser penalizado. Para aumentar as chances de sucesso de seu recurso, é importante contar com a ajuda de uma empresa especializada em recursos de multas, como a Regularize CNH.

Como vimos, as multas autossuspensivas são capazes de gerar relevantes prejuízos aos condutores. Por isso, evite cometer esse tipo de infração e, se receber essa penalidade, ingresse com recursos a fim de tentar cancelá-la.

Para contar com o auxílio dos consultores da Regularize CNH ao fazer o seu recurso de multa, entre em contato conosco!