licenciamento atrasado

Esclareça as suas dúvidas sobre licenciamento atrasado!

O licenciamento atrasado é um desafio para alguns motoristas. Mas você sabe exatamente por que essa documentação é tão importante e não pode ser negligenciada?

Ano após ano, é essencial manter o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) em dia. Para algumas pessoas, é apenas mais um pagamento, no entanto, tem uma importância que vai além de mais um gasto.

Se você não sabe exatamente o que isso quer dizer, não tem problema. Entenda melhor neste post!

Saiba o que é o licenciamento do veículo na prática

Para entender melhor o que é o licenciamento, pense na CNH. A sua Carteira Nacional de Habilitação é o que permite a você dirigir, certo? Sem esse documento, não há comprovação de que você está capacitado para trafegar. Por sua vez, o licenciamento é o que garante que o seu veículo está em condições de circular.

Um exemplo disso é que você não consegue pagar o licenciamento se outros compromissos não forem honrados. Logo, caso o seu IPVA esteja em atraso, o licenciamento atrasado será uma consequência. Isso porque, as documentações estão diretamente relacionadas com impostos e obrigações.

Convém dizer que, atualmente, a renovação pode ser feita de forma digital. Para isso, basta acessar os sites oficiais do DETRAN de cada estado.

Inclusive, outro ponto importante é que o valor para renovar o licenciamento varia também de acordo com a região. Em geral, a taxa inicial — quando o carro sai da concessionária — fica em torno de R$ 100,00. Já a renovação varia entre R$ 100,00 e R$ 250,00, conforme o local.

Veja as principais dúvidas sobre o licenciamento atrasado

Uma dúvida muito comum entre motoristas é sobre o que acontece se a taxa não for paga. Não é raro encontrar quem tenha medo do veículo ser apreendido. Saiba o que pode acontecer e esclareça todas essas questões agora mesmo.

Quem não paga o licenciamento pode ser multado?

O pagamento do licenciamento do veículo está previsto no Código Nacional de Trânsito. Caso a renovação não aconteça dentro do prazo determinado pelos DETRANs, o motorista poderá, sim, ser multado.

De acordo com a lei, a não quitação é considerada uma multa gravíssima. Portanto, serão adicionados, pelo menos, 7 pontos na carteira, com uma taxa em torno de R$ 300,00 atualmente.

O que acontece em caso de licenciamento atrasado?

Além da multa e dos pontos na CNH, o atraso acarreta mais duas consequências muito importantes. A primeira é a inclusão na lista da chamada Dívida Ativa. Dessa forma, o motorista fica em débito com o governo.

Além disso, há também o risco de apreensão do veículo. Entretanto, desde o ano passado, a lei foi amenizada e o condutor tem a chance de pagar o licenciamento para que não seja apreendido.

Quais foram as mudanças na lei em relação a este documento?

Com a lei 14.299/21, sancionada em 2021, a apreensão deixou de ser compulsória. Segundo a nova legislação, o motorista pode quitar o licenciamento no momento da abordagem em uma blitz, por exemplo.

Contudo, é importante que todos os débitos sejam resolvidos no momento. Só assim o veículo será liberado para seguir rodando. Como vimos, sem o IPVA pago, será impossível pagar apenas o licenciamento.

Como regularizar um carro com CRLV em atraso?

Não existe tolerância no prazo do licenciamento. Dessa forma, se o carro estiver com o documento vencido, não pode mais circular. A boa notícia é que não é difícil regularizar o veículo em caso de atraso.

Para fazer a regularização, basta quitar todas as taxas. Vale dizer que o licenciamento atrasado conta com juros que vão se acumulando de acordo com o tempo de atraso.

Qual é o prazo de renovação do licenciamento?

O licenciamento precisa ser renovado anualmente. Para tanto, existe um cronograma de pagamento determinado por estados. Geralmente, o número da placa é considerado para determinar o prazo de pagamento.

Ainda, é comum também que sejam determinados descontos para quem fizer a renovação antecipada. Da mesma forma, em 2021 houve uma anistia para renegociar os atrasados e diminuir juros.

Quem precisa pagar a taxa de licenciamento?

Todos os veículos precisam de licenciamento para rodar. Até mesmo automóveis mais antigos entram na lista. Portanto, todos os proprietários devem fazer o pagamento.

Por isso, é importante deixar claro que este licenciamento é parte das obrigações. Assim, para sua quitação, IPVA e multas também precisam ser devidamente pagas. Do contrário, não há liberação para circular.

Vale ressaltar que todas essas dúvidas são válidas. Isso porque, nem sempre as taxas são levadas a sério até por falta de informação a respeito de sua importância.

Quando você entende como funciona a legislação, fica mais fácil compreender as prioridades e os riscos. Lembrando que é importante se manter sempre atualizado, já que algumas alterações costumam acontecer de tempos em tempos.

Entenda por que é importante manter a documentação em dia

Desde 2021, a documentação do veículo pode ser inteiramente digital. Dessa forma, o processo de renovação e apresentação foi facilitado. Entretanto, ainda assim, é essencial ficar atento para não perder prazos e acabar tendo prejuízo.

Embora a apreensão tenha sido flexibilizada, o risco de circular com licenciamento atrasado ainda é grande. Mesmo que tenha sido apenas um esquecimento, nem sempre o valor pode ser pago de forma repentina, como no caso de uma blitz. Logo, o interessante é sempre quitar em dia e tentar se antecipar ao máximo.

Convém dizer que, no caso de apreensão, além de multas e taxas, pode ser necessário pagar por guincho, por exemplo. Os custos então ficam ainda mais altos. Sem contar que retirar o nome da dívida ativa é sempre uma burocracia que pode ser evitada com alguns cuidados. Por fim, proteger sua CNH é indispensável.

Em resumo, o licenciamento atrasado deve ser ajustado o mais rápido possível. Isso porque, embora nem sempre leve a uma apreensão, o atraso torna o veículo proibido de circular. Consequentemente, no caso de uma abordagem, há ocorrência de multa, perda de pontos na carteira e até juros, conforme o tempo de atraso.

Conseguiu entender melhor como funciona essa taxa? Então, aproveite para curtir nossa página no Facebook! Você terá acesso a muitos outros conteúdos que vão ajudar.

distância lateral entre veículos

Esclareça as suas dúvidas sobre distância lateral entre veículos

Muitas pessoas costumam ter dúvidas sobre qual é a distância lateral mais indicada entre veículos, já que se trata de uma medida de segurança relevante, mas que diversos motoristas não observam.

Manter-se atento a determinadas regras no trânsito é capaz de evitar batidas e acidentes, além de prevenir o recebimento de multas e pontos na CNH, os quais, se forem recebidos em excesso, podem gerar até mesmo a suspensão do direito de dirigir.

Pensando em ajudar você a entender o assunto de uma vez por todas, preparamos este post para esclarecermos todas as dúvidas sobre distância lateral entre veículos. Continue a leitura e confira os detalhes!

O que significa guardar distância?

A distância de segurança consiste na distância mínima que dois veículos devem manter — tanto lateral quanto frontal — para que, se ocorrer um incidente, não haja uma batida entre eles.

Assim, guardar distância quer dizer respeitar esse limite. Trata-se de uma regra básica ao volante e um dos princípios da direção defensiva que, além de evitar pontos na CNH e multa, também é um método de proteção.

Qual é a distância de segurança lateral e frontal?

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em suas normas gerais de circulação e conduta, a legislação aponta que o motorista deve guardar uma distância de segurança lateral e frontal entre o seu veículo e os demais que circulam na via, bem como com relação à borda da pista.

Para tanto, é preciso levar em consideração fatores como as condições do local e da pista, a velocidade que o veículo trafega e as condições climáticas. Contudo, na prática, não há uma distância exata que o condutor precisa seguir para não ser multado. Ou seja, a legislação não aponta uma determinada distância que deve ser seguida por todos os motoristas. O que existem são algumas orientações de direção defensiva que costumam auxiliar os condutores a manterem uma distância segura entre os veículos.

Uma precaução relacionada à segurança frontal que pode ser adotada quando estiver andando com o carro é fixar um ponto (que pode ser um semáforo, uma árvore ou outro ponto de referência) e, no momento em que o veículo que está andando na sua frente passar por ele, contar pausadamente dois segundos.

Se você passar com o seu veículo pelo ponto de referência antes de terminar a contagem, é um indicativo de que a distância que está mantendo do veículo da frente não é tão segura. Nesse caso, o mais indicado é reduzir a velocidade para se distanciar dele.

Já nos casos em que você passa pelo ponto de referência na estrada depois que a contagem que representa os dois segundos tiver terminado, é um sinal que sua distância para o veículo da frente é segura.

No entanto, é válido ressaltar que essa é somente uma medida de referência de segurança no trânsito e, portanto, ela não precisa obrigatoriamente ser usada pelos agentes de trânsito no momento da fiscalização.

Quais são os riscos de não manter a segurança indicada?

O condutor que não mantém a distância de segurança indicada do veículo da frente ou do lado coloca em risco a si mesmo e terceiros, já que ele pode causar acidentes.

A distância de segurança é fundamental para que seja possível parar em uma situação excepcional, como quando há uma freada brusca ou em uma curva acentuada, sem colidir com os demais veículos da via.

Além disso, aquele que não mantém a distância indicada também comete uma infração de trânsito e fica sujeito às suas penalidades.

Quais são as penalidades em caso de desrespeito a essa regra?

De acordo com o artigo 192 do CTB, não manter distância lateral e frontal entre veículos e dos demais é configurado como infração de natureza grave e, portanto, gera 5 pontos na CNH do motorista.

Além disso, o condutor também precisa arcar com o pagamento de multa no valor de R$ 195,23 se não mantiver uma distância lateral e frontal segura entre veículos.

Mais um ponto relevante é que os condutores devem respeitar a distância lateral de 1,5m ao ultrapassar ciclistas, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), além de facilitar a passagem e dar preferência em conversões e cruzamentos.

Aqueles que não observam a distância lateral indicada dos ciclistas cometem uma infração de natureza média, com penalidade de multa no valor de R$ 130,16 e o acréscimo de 4 pontos na CNH do condutor.

O que fazer em caso de multa indevida por não guardar distância?

Todos os motoristas que acham que receberam uma multa indevida, inclusive por não guardar distância de outro veículo, podem recorrer, já que se trata de um direito garantido pela Constituição Federal.

Inclusive, ao ingressar com um recurso de multa, o motorista não está infringindo a lei ou procurando se beneficiar de alguma forma.

Assim, ao receber uma multa por não manter distância lateral ou frontal entre veículos com a qual não concorda, a melhor alternativa é ingressar com recursos que são divididos em três etapas:

  1. defesa prévia;
  2. recurso em 1ª instância;
  3. recurso em 2ª instância.

A fase de defesa prévia é um momento para o motorista indicar possíveis equívocos em sua autuação a fim de evitar que a penalidade seja aplicada. Se o recurso for aceito, a multa nem sequer é aplicada.

Aqueles que não conseguem o deferimento na defesa prévia ou que optam por não usufruir dessa etapa podem ingressar com recurso em 1ª instância — momento em que o motorista pode apresentar os seus argumentos com base na legislação.

Se o recurso em 1ª instância for indeferido, ainda é possível ingressar com recurso em 2ª instância, uma vez que ele é analisado por outra banca julgadora. Por isso, é importante recorrer até o final para manter as chances de sucesso em alguma das fases.

Um erro que costuma ser comum entre os motoristas é apresentar um recurso com pouco embasamento na lei de trânsito e que não apresenta dados específicos sobre a sua autuação.

Inclusive, existem pessoas que procuram por recursos prontos na internet que não são personalizados. Nesse caso, o motorista apresenta uma defesa genérica e, por isso, as chances dos seus recursos serem negados pelos órgãos de trânsito são muito maiores.

Para contornar essa situação e aumentar as suas chances de obter sucesso em um recurso de multa, é importante contar com a ajuda de profissionais especializados que têm profundo conhecimento sobre a legislação de trânsito, como os consultores da Regularize CNH.

Agora que você já teve as suas dúvidas esclarecidas sobre distância lateral entre veículos, deve ter percebido a sua relevância, não é mesmo? Contudo, em caso de multa indevida por não guardar distância, não deixe de ingressar com recursos para reverter a situação.

Para contar com o auxílio dos consultores da Regularize CNH ao fazer o seu recurso de multa, entre em contato conosco!

multa no mesmo dia

Como saber se levei multa no mesmo dia?

Saber se levou multa no mesmo dia costuma ser o grande desejo dos motoristas que não têm certeza se cometeram ou não uma infração de trânsito. Afinal, costuma ser muito ruim ficar com essa dúvida.

Nesse sentido, é importante fazer consultas com frequência para descobrir a situação de sua CNH. Existem prazos previstos na legislação que não devem ser perdidos, em caso de multa, para que seja possível ingressar com recursos, por exemplo.

Para ajudar, preparamos este post que vai ensinar você a fazer consultas de multa e checar, o quanto antes, se cometeu ou não uma infração de trânsito. Continue a leitura e confira os detalhes!

Como saber se foi multado no mesmo dia?

Saber se você recebeu uma multa no mesmo dia não é uma tarefa simples. Isso porque, depois que o auto de infração é lavrado, o órgão de trânsito conta com o prazo de 30 dias para a expedição da notificação de autuação.

Assim, esse processo não é rápido o bastante para que a notificação seja recebida no mesmo dia, uma vez que ainda há o prazo dos Correios para entregar o documento. Por isso, a maneira mais rápida de saber se recebeu uma multa é por meio da consulta online, pois você poderá ver seu recebimento no momento em que ela é cadastrada no sistema.

O site do Detran de cada estado conta com um serviço que permite aos donos de veículos verificar a situação do seu carro. Por isso, o primeiro passo deve ser acessar essa página.

Como cada local tem um site diferente, não há como determinar exatamente o link da consulta, mas em geral, é possível achar essa seção dentro da categoria “Veículos”, com nomes como “consulta de multas”, “consulta de veículos”, “débitos e restrições” ou “situação do veículo”.

Para que os resultados sejam mostrados, o sistema costuma pedir dados como o número da placa do veículo e o seu Renavam — informação que pode ser encontrada no Certificado de Registro de Veículo (CRV) ou no Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV).

Existem alguns sistemas que ainda pedem o número do chassi, mas não se preocupe, porque não é preciso procurá-lo diretamente no veículo, já que essa informação também se encontra no documento do carro. Depois de preencher todos os campos exigidos pelo sistema, é possível observar diversas informações sobre o veículo consultado, inclusive, as multas vinculadas a ele.

Qual é o prazo para uma multa entrar no sistema do Detran?

Não há um prazo para que uma multa entre no sistema do Detran, já que a forma com que cada delegacia disponibiliza essa informação aos usuários costuma ser distinta. Como a legislação não define esse período para que os dados estejam disponíveis, o lançamento no site costuma depender da agilidade do órgão autuador em cada região.

Por isso, para saber se levou uma multa, o mais indicado é realizar pesquisas semanalmente no sistema ou, até mesmo, todos os dias.

Como evitar multas e acidentes?

Receber uma multa de trânsito gera diversos prejuízos, inclusive, para o bolso, mas é importante ter consciência de que essa questão vai muito além. Diversos acidentes podem ser evitados quando o condutor tem uma postura responsável ao volante.

Para evitar acidentes ou o recebimento de notificações por infração, é preciso que o motorista conheça as regras de trânsito e preste atenção para não cometer infrações enquanto dirige. Também é importante adotar uma direção defensiva para evitar problemas.

O que fazer ao receber uma notificação?

Quando o condutor comete uma infração e é autuado, a primeira carta que o proprietário do veículo recebe é a notificação de autuação. O documento informa sobre a abertura do processo administrativo e dá um prazo para indicar o condutor ou apresentar defesa prévia. Se o proprietário não concordar com a penalidade imposta, ele pode ingressar com recursos para reverter a situação e cancelar a multa.

A defesa prévia deve ser apresentada em 30 dias, e tem como finalidade apontar algum erro na notificação de infração. Nos casos em que ela não é aceita ou não é apresentada, o motorista pode ingressar com recurso em primeira instância.

Se o recurso nesse estágio for indeferido, ainda há mais uma possibilidade em segunda instância, que é analisada por uma nova banca julgadora e, portanto, tem chances de ser aceita.

Quais são as consequências de não pagar multas de trânsito?

Não pagar uma multa de trânsito é capaz de gerar diversos prejuízos para os motoristas, como os que vamos apresentar nos próximos tópicos. Confira!

Juros de mora e aumento do preço da multa

Não pagar uma multa de trânsito no prazo estipulado gera juros em razão do descumprimento do limite de tempo para a quitação. Assim, no momento em que o motorista decidir, finalmente, bancar esse valor, ele deve estar acima do inicial.

Dificuldade de venda do veículo

Só é possível transferir um veículo quando ele não tem pendências financeiras. Além disso, fazer a venda de um veículo sem informar ao comprador sobre as despesas pendentes é considerado fraude.

Impossibilidade de emitir o CRLV

Todos os anos, os donos de veículos precisam regularizar a situação e atualizar o CRLV. Contudo, de acordo com a legislação, todas as multas e débitos de trânsito devem estar em dia para o pagamento do licenciamento. Por isso, nos casos em há multas pendentes, não é possível fazer a renovação.

Apreensão de veículo

Essa consequência está diretamente ligada com o tópico anterior, pois como a posse do CRLV é obrigatória para todos os veículos que transitam nas vias públicas, quando a autoridade policial verifica um carro circulando sem estar licenciado há a apreensão do veículo e a imposição de uma multa, além da cobrança de taxas de guincho e de utilização do pátio policial.

Inscrição na dívida ativa

Não pagar multas de trânsito em dia também gera dívida ativa — o que pode gerar o bloqueio de bens, inclusive, de valores na conta bancária, para o pagamento do débito.

Inscrição em órgãos de negativação de crédito

Também é possível ter o seu nome inscrito em órgãos de negativação de crédito, como Serasa e SPC, em razão do não pagamento de multas. Essa inscrição gera o famoso “nome sujo”.

Agora que você já conhece o passo a passo para saber se levou multa no mesmo dia, coloque as nossas dicas em prática. Assim, você garante mais segurança no trânsito, previne problemas e reduz os custos.

Se você deseja ter o auxílio de profissionais especializados no momento de elaborar um recurso de multa, entre em contato conosco e descubra como podemos ajudar!

Gasolina aditivada ou comum

Gasolina aditivada ou comum? Entenda as diferenças entre elas

Você sabe as diferenças entre a gasolina aditivada e a comum? Ao ir ao posto de combustíveis, podemos ficar em dúvida sobre qual é a melhor opção para o veículo, que proporciona vantagens para a mecânica, economia para o bolso e bom desempenho para o veículo.

Cada tipo de combustível pode influenciar de forma diferente nos sistemas mecânicos do veículo, principalmente no longo prazo. Entender mais sobre cada tipo de gasolina é essencial para abastecer da forma correta e preservar o motor do seu veículo.

Neste post, você vai saber quais são as principais diferenças entre a gasolina aditivada e a comum, além da importância de entender um pouco mais sobre o assunto. Continue a leitura e saiba como escolher o método de abastecimento ideal para ter benefícios essenciais para o seu veículo e o seu bolso!

Por que é importante entender as diferenças entre os combustíveis?

Os combustíveis têm uma influência significativa no funcionamento mecânico dos veículos, que vai além do desempenho e da economia. Embora muitos motoristas não saibam, a forma de abastecimento do veículo pode, sim, provocar problemas no motor ao longo dos anos.

Em vista disso, abastecer sem conhecer o próprio veículo e as diferenças entre os combustíveis é um risco intenso, que pode trazer sérias consequências — sobretudo, causando problemas mecânicos, que comprometem a vida útil do motor e exigem altos valores para a manutenção.

Sendo assim, entender as características de cada combustível e como eles agem no motor é muito importante para preservar o seu veículo. Além disso, contribui para encontrar o equilíbrio entre a economia e o desempenho, melhorando, consideravelmente, a condução.

Quais são as diferenças entre a gasolina aditivada e a comum?

A gasolina comum é tradicional no país e faz parte do consumo de milhares de motoristas, principalmente pelo preço mais acessível. A gasolina aditivada apresenta propriedades importantes para o veículo, e considerá-la é algo fundamental.

As diferenças entre a gasolina aditivada e a comum são simples, mas alteram o funcionamento do motor. Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto!

Composição

A gasolina aditivada consiste na gasolina comum com o acréscimo de um aditivo, que atua como um agente dispersante de partículas no sistema de alimentação do motor.

Dessa forma, a principal diferença entre os combustíveis é o aditivo, que cumpre a função de dispersante químico e elimina resíduos do sistema de combustão. A gasolina comum, portanto, não apresenta nenhum tipo de aditivo em sua composição.

Funções

Outra diferença evidente entre a gasolina aditivada e a comum é a função que ambas desempenham no funcionamento do veículo. Além de alimentar o motor, a gasolina aditivada favorece a limpeza dos sistemas, dos bicos e dos componentes por onde passa.

Isso acontece devido à presença do aditivo, que contém propriedades químicas que eliminam pequenas partículas e resíduos que se acumulam no motor. A gasolina comum, por sua vez, não tem essa capacidade, e tem a função de apenas alimentar o motor e permitir o funcionamento do veículo.

Preços

O preço também é uma diferença entre a gasolina aditivada e a comum, e acaba influenciando bastante na decisão dos motoristas. Normalmente, a gasolina aditivada é mais cara do que a comum — de 10 a 15 centavos a cada litro, e esses valores podem variar de acordo com o posto e a região.

O valor da gasolina aditivada é justificado pela presença dos agentes químicos que limpam o sistema de alimentação do motor. Isso é algo que exige a atenção dos motoristas, pois investir na gasolina aditivada no momento certo pode preservar o veículo.

Quais são os benefícios da gasolina aditivada para o veículo?

O uso da gasolina aditivada proporciona benefícios importantes para o veículo, principalmente pela limpeza de resíduos. Devido à presença dos aditivos, o combustível tem a capacidade de melhorar pontos importantes, que fazem toda a diferença no longo prazo.

Os principais benefícios da gasolina aditivada são:

  • reduz o custo com manutenções;
  • proporciona a limpeza do motor;
  • promove uma combustão correta;
  • favorece o aumento da vida útil do motor;
  • conta com agentes antioxidantes e anticorrosivos;
  • ajuda na limpeza dos bicos;
  • reduz o atrito entre as peças internas.

Utilizar a gasolina aditivada periodicamente é muito importante para a preservação do motor do seu veículo, afinal, ela contribui para aumentar a durabilidade das peças e ajuda você a economizar, mantendo o seu patrimônio seguro e em boas condições.

Quando é mais vantajoso abastecer com gasolina aditivada?

Como já sabemos, a gasolina aditivada proporciona benefícios importantes para a limpeza do motor e contribui para preservar as peças e a vida útil, mas abastecer apenas com esse combustível é um hábito que pode sair caro para o bolso e comprometer o orçamento pessoal.

Para economizar e contar com os benefícios que esse tipo de combustível oferece, o ideal é alternar o abastecimento com gasolina aditivada e a comum. Além disso, é importante avaliar as recomendações do fabricante e dos especialistas, para abastecer da forma correta.

Como escolher entre os dois tipos para abastecer o seu veículo?

Apesar de ser uma decisão óbvia, devido à qualidade da gasolina aditivada, o preço é algo que acaba influenciando no hora de abastecer. Procure variar o abastecimento, escolhendo a gasolina aditivada periodicamente, para promover a limpeza do motor do seu veículo.

Adotar esse hábito será muito importante para preservar o motor e permitir que o sistema e os bicos permaneçam em boas condições. Sempre que possível, complete o tanque com a gasolina aditivada e converse com o seu mecânico para entender qual é a situação do seu veículo.

Neste artigo, você pôde notar que as diferenças entre a gasolina aditivada e a gasolina comum são importantes, e que saber mais sobre o assunto pode melhorar o desempenho do seu veículo. Com isso em mente, preste atenção no tipo de combustível usado para proteger o motor do seu veículo e equilibrar as suas finanças.

Gostou do post? Agora que você viu informações úteis e extremamente importantes para todo motorista, compartilhe este conteúdo nas redes sociais! Ajude os seus amigos a entender as diferenças entre a gasolina aditivada e a comum!

Como saber se a embreagem está ruim

Como saber se a embreagem está ruim? Conheça 7 sinais

Você sabe como descobrir se a embreagem do carro está ruim? Esse sistema é fundamental para todos os veículos, já que ele é responsável por acoplar ou desacoplar o motor do câmbio.

Quando algum dos componentes desse mecanismo tão importante apresenta problemas, o carro costuma enviar alguns sinais que indicam necessidade de manutenção. Assim, os motoristas devem prestar atenção a esses indicativos para evitar prejuízos ainda maiores.

Se você tem interesse pelo tema e deseja conhecer 7 sinais que indicam que a embreagem está ruim, continue a leitura deste post e confira os detalhes. Não perca!

1. Pedal sem folga

Um carro que está com a embreagem em boas condições deve começar a se movimentar com o pedal da embreagem a partir da metade do curso. Por isso, se isso ocorre com o veículo apenas quando o motorista praticamente libera o pedal, é um indicativo de desgaste no sistema.

2. Pedal barulhento

Se você escuta um chiado, estalo ou barulho estridente oriundo da alavanca do câmbio, que desaparece ao pisar na embreagem, é preciso ficar atento, já que esse tipo de barulho está longe da normalidade.

Como o sistema é acionado por meio do pedal esquerdo, é comum que os problemas tenham início nele. O pedal da embreagem, em geral, não faz barulhos, logo, é necessário que a situação da embreagem seja conferida se houver ruídos.

Em geral, o problema pode ser falta de lubrificação no rolamento e, como se trata de um componente completamente vedado, é necessário trocá-lo. Contudo, a causa do barulho também pode ser o desgaste do kit da embreagem como um todo.

Assim, o mais indicado é levar o veículo para que um mecânico o analise quanto antes para que o problema não afete a caixa de câmbio.

3. Marcha arranhando

Marcha arranhando até podia ser algo normal nos carros antigos. Mas, hoje, um câmbio que arranha nas trocas de marchas até mesmo quando o motorista está com o pé fundo no pedal de embreagem é um indicativo de que algo está errado.

Entretanto, se o motorista não acionar o pedal de embreagem até o final ao fazer a troca de marchas, é normal que ela tenha dificuldades para se encaixar e faça um barulho como se estivesse arranhando. Mas se o ruído persistir mesmo pisando fundo, é sinal de que o sistema não está bom.

A causa mais usual para esse tipo de situação é o desgaste do anel sincronizador — peça responsável pelo tempo e acoplamentos corretos da engrenagem. No entanto, também é possível que defeitos no garfo que movimenta a engrenagem ou falta de fluido no sistema de transmissão gerem esse problema.

4. Câmbio fantasma

O câmbio fantasma ocorre quando a alavanca do câmbio volta sozinha para o ponto morto. Nesse caso, não há algo sobrenatural acontecendo, e sim um problema com o sistema de embreagem.

O trambulador costuma ser o problema que gera essa situação, já que essa peça funciona como uma ligação da alavanca com a caixa, que reproduz os movimentos da manopla. Assim, quando ela está desgastada, pode gerar esse problema.

5. Perda de potência

Nos casos em que o seu carro perde potência sem explicação, principalmente em rodovias e estradas ao estar em alta velocidade, esse pode ser um indicativo de que algo em seu sistema de embreagem apresenta problemas.

Quando a embreagem está ruim, o veículo fica mais fraco — o que pode ser consequência dos danos no disco do sistema que, consequentemente, desregula o volante do motor.

6. Embreagem patinando

Embreagem patinar é um termo que costuma ser usado quando a rotação do motor sobe ao acelerar o veículo, mas o carro continua parado ou na mesma velocidade.

Mesmo quando a marcha está engatada, a embreagem patinando traz a sensação de que o carro se encontra em ponto neutro ou que a embreagem está pouco acionada, não permitindo que o sistema se acople.

Isso ocorre quando o motorista troca de marcha, solta o pedal da esquerda e o carro demora a tracionar, como se a embreagem ainda estivesse acionada. Essa situação também pode ser percebida ao tentar subir uma ladeira quando o carro fica sem força, mesmo quando a rotação do motor está alta.

Isso quer dizer que a embreagem tem desgastes, como excesso de resíduos ou deterioração. Assim, não consegue ser parada pelo platô quando o pedal deixa de ser acionado. Depois dessa situação ocorrer, o disco da embreagem costuma exalar um cheiro de queimado que pode ser sentido tanto dentro quanto fora do veículo.

7. Trepidação do pedal

Mais um sinal comum de que a embreagem está com problemas é quando o motorista engata a primeira, solta a embreagem devagar, acelera e o carro começa a trepidar.

Nos casos em que o pedal começa a vibrar de maneira excessiva, é fundamental realizar uma revisão no sistema de embreagem para que o problema seja detectado.

Qualquer trepidação excessiva nos pedais não é normal e o problema pode ter diferentes origens, como o disco ou o platô desgastados, uma instalação dos discos incorreta, os suportes da transmissão também desgastados. Ainda, o cubo da embreagem pode estar danificado e até mesmo restos de óleo e de graxa podem aumentar o atrito e gerar a trepidação.

Quando esse tipo de problema surgir em seu veículo é fundamental levá-lo até uma oficina mecânica, já que é preciso investigar a causa do problema. Inclusive, as trepidações também podem ser originárias do motor, precisamente nos coxins — peça responsável por filtrar as vibrações geradas pelo processo de combustão — e não necessariamente na embreagem.

Agora que você já sabe quais são os 7 sinais que indicam se a embreagem está ruim, preste atenção aos fatores que mencionamos e leve o seu veículo ao mecânico sempre que ele apresentar algum desses problemas. Além disso, procure sempre manter a revisão do carro em dia. Dessa forma, é possível notar os desgastes nas peças e fazer as devidas substituições quanto antes, evitando problemas maiores.

Acesse o site da Regularize para conhecer as nossas soluções para recursos de multa, CNH cassada, bloqueada ou suspensa, entre outros!

recurso de multa pela internet

Veja nosso passo a passo antes de fazer recurso de multa pela internet

Você sabe como fazer recurso de multa pela internet? Apesar de muitas pessoas não saberem, é direito de todos os condutores recorrerem em caso de multa, inclusive, pela internet.

Os recursos contam com três etapas:

  1. defesa prévia;
  2. recurso em primeira instância;
  3. recurso em segunda instância.

Nesse sentido, ao obter deferimento em qualquer uma dessas fases, as penalidades impostas são canceladas, ou seja, não é preciso pagar o valor da multa e os pontos não são aplicados na CNH do condutor.

Pensando em ajudá-lo, preparamos este post com um passo a passo que você precisa conferir antes de fazer recurso de multa pela internet. Não perca!

Acessar o site do órgão

Inicialmente, para recorrer da multa pela internet, é necessário acessar o site do Detran de sua localidade. Contudo, não são todas as multas de trânsito que são aplicadas por esse órgão.

Na prática, as multas também podem ser aplicadas pela Polícia Militar, pela PRF (Polícia Rodoviária Federal), pelo DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes), pelo DER (Departamento de Estradas e Rodagem) e por órgãos municipais.

Como durante a fase de defesa prévia os recursos devem ser direcionados aos órgãos responsáveis pelo registro da multa, é preciso sempre verificar esse tipo de informação no auto de infração.

Para recorrer de multas que não foram aplicadas pelo Detran mas sim por outros órgãos, é preciso consultar o site do órgão responsável e analisar o passo a passo para ingressar com a defesa.

No caso de recorrer pelo online, em geral, o condutor deve realizar um cadastro prévio. No entanto, os sites costumam indicar como é possível realizar o cadastro e os documentos que são exigidos.

Alguns órgãos podem requerer que o motorista se dirija pessoalmente até um ponto de cadastro indicado no site para assinar o termo de adesão.

Depois de concluir o seu cadastro, o condutor passa a ter acesso aos diferentes serviços online disponibilizados pelo Detran, inclusive o envio de recurso para a infração.

É válido ressaltar que um recurso enviado pela internet conta com o mesmo valor de um que é enviado pelos Correios ou entregue diretamente no órgão. Assim, o indeferimento ou o deferimento não tem qualquer tipo de relação com a maneira com que ele é submetido, tendo a ver apenas com os argumentos de defesa apresentados.

Juntar provas e preencher formulários

Depois de fazer o seu cadastro e ter acesso aos serviços online do Detran, é preciso juntar as provas e os documentos que são necessários para a apresentação da defesa.

Os documentos que devem ser anexados ao recurso online são os mesmos solicitados quando o recurso é entregue diretamente no órgão ou enviado pelos Correios.

Contudo, como pelo site o condutor já fez o seu cadastro e suas informações pessoais foram enviadas ao órgão e certificadas, basta enviar o recurso contendo os documentos que atestam as informações que nele constam, como fotos ou outros que complementam a defesa.

Anexar defesa e enviar às autoridades

Junto com os documentos, é preciso enviar a defesa em si, contendo todos os argumentos que apontam os motivos pelos quais a penalidade recebida deve ser anulada. Nesse momento, é imprescindível que a argumentação tenha como base o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Para apresentar argumentos sólidos e que têm maiores chances de serem aceitos pelas autoridades de trânsito, é importante contar com a ajuda de uma empresa especializada em recursos de multa, como a Regularize CNH.

Depois de enviar o recurso, é preciso esperar o resultado da defesa, o qual deve ser disponibilizado no local do site em que aparecem as infrações registradas em seu nome.

Se seus argumentos forem aceitos, o seu recurso foi deferido e não é mais necessário pagar o valor da multa, assim como os pontos não são acrescentados à CNH. Já em caso de indeferimento, o motorista ainda pode recorrer em outras etapas de defesa.

Recorrer em todas as etapas necessárias

Nos casos em que a defesa prévia não é aceita, ainda é possível continuar recorrendo pela internet, se o Detran do seu estado permitir essa possibilidade. Caso contrário, é necessário ir a um posto do órgão autuador para dar continuidade ao processo.

Depois do indeferimento da defesa prévia, a infração é registrada e a penalidade é aplicada. Nesse momento, o condutor recebe uma notificação de imposição de penalidade.

O recurso em primeira instância deve ser apresentado na Junta Administrativa de Recursos de Infrações (JARI) no prazo indicado na notificação de imposição de penalidade. É possível apresentar esse recurso mesmo que não tenha sido feita a defesa prévia.

A JARI conta com o prazo de 30 dias para julgar os recursos, contudo o julgamento costuma demorar mais do que isso e pode levar, inclusive, vários meses para ser concluído.

Em caso de indeferimento em primeira instância, ainda é possível recorrer em segunda instância no Conselho Estadual de Trânsito, o Cetran, órgão máximo para submissão de recurso em âmbito administrativo.

O prazo para envio de recurso em segunda instância costuma ser de 30 dias a partir da data do indeferimento da etapa de defesa anterior. Além disso, só é possível ingressar com recurso nessa etapa se o recurso em primeira instância tiver sido apresentado.

O Cetran também conta com um prazo de 30 dias para julgar cada recurso, mas, da mesma forma que ocorre na JARI, esse prazo pode se estender a depender da demanda do órgão.

Se o recurso em segunda instância não for deferido, o motorista deve receber as penalidades aplicadas em razão da infração cometida. Já em caso de deferimento, todas as sanções são canceladas.

Nesse sentido, é importante usufruir de todas as instâncias de recursos para tentar obter deferimento em uma delas, já que o julgamento é feito por uma banca diferente em cada etapa.

Além disso, à medida que as etapas de julgamento do processo vão sendo realizadas, mais detalhes do recurso devem ser levados em consideração pela banca julgadora.

Também, ao optar por se defender em todas as etapas, não é preciso pagar o valor da multa de imediato, já que o motorista não precisa cumprir com as penalidades enquanto o julgamento do recurso se encontra em andamento.

Agora que você já conhece o passo a passo de como fazer recurso de multa pela internet, coloque as nossas dicas em prática para obter deferimento em sua demanda e procure sempre se manter atento aos seus direitos!

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Veículo com bloqueios

Veículo com bloqueios diversos: o que é e como resolver?

Os veículos com bloqueios diversos, também conhecidos como veículos com restrições, podem gerar diversos problemas para os proprietários. Em geral, isso pode ocorrer por causa de questões administrativas ou judiciais, sendo que cada uma delas exige uma conduta diferente para resolver o problema.

Os bloqueios podem impedir a realização de determinados serviços e são capazes até mesmo de gerar a proibição de circular com o veículo. Inclusive, em casos mais graves, os bloqueios diversos podem levar à perda do automóvel.

Se você tem interesse pelo assunto e deseja conhecer as principais informações sobre veículos com bloqueios diversos, continue a leitura deste post e confira os detalhes!

O que é um veículo com bloqueios diversos?

Veículo com bloqueio ou restrição quer dizer que existem alguns procedimentos que não podem ser feitos no automóvel, como o licenciamento e a transferência de propriedade. Em casos mais graves, os bloqueios podem impedir até mesmo a circulação do carro.

Existem diversos motivos que podem gerar os bloqueios, e todos eles são de natureza judicial ou administrativa. Os bloqueios que mais ocorrem costumam ser os administrativos, principalmente os que têm relação com financiamentos, transferência de propriedade e alienação fiduciária.

Independentemente da razão do bloqueio, sempre que o veículo tem uma restrição, o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) deve apresentar essa informação no seu campo de observação.

Quando há uma restrição no veículo, o proprietário é avisado sobre essa condição. Além disso, é possível fazer consultas nos órgãos de trânsito para se informar se existem bloqueios em determinado automóvel.

Quais são os tipos de bloqueio de veículo?

Os bloqueios de veículos, como citamos anteriormente, podem ser de origem judicial ou administrativa.

As restrições judiciais costumam ser mais graves e difíceis de resolver. Em geral, elas estão relacionadas a questões como penhoras e dívidas. Nesse caso, os impedimentos destinados ao veículo partem de uma ordem judicial.

Esse tipo de situação ocorre, por exemplo, nos casos em que o dono do veículo tem uma dívida ou entrega o seu veículo como garantia para sanar alguma dívida que não é devidamente paga — o que pode resultar na penhora do veículo. Esse tipo de bloqueio pode afetar os processos de transferência e licenciamento.

Um caso ainda mais grave de restrição judicial, mas que também pode ocorrer, é quando há algum tipo de envolvimento do veículo com crimes — se ele foi visto no local de um assalto, por exemplo.

Quando esse tipo de situação ocorre, o Detran deve lançar no sistema uma informação para que haja um bloqueio desse automóvel. Em caso de bloqueio judicial, é o Poder Judiciário que administra o processo, mas o órgão de trânsito é responsável por realizar o registro contra a placa do veículo restrito — motivo pelo qual a retirada do bloqueio só pode ser autorizada pela justiça.

Nos casos em que o bloqueio é gerado por causa do cometimento de algum crime ou prática ilícita usando o veículo, pode ser determinada a sua restrição total, o que quer dizer que ele é impedido de circular.

As restrições administrativas, em geral, apresentam menos gravidade que as judiciais, portanto, costumam ser mais simples de resolver. É o caso, por exemplo, de multas de trânsito vencidas, da não transferência do veículo, do não pagamento das dívidas relacionadas ao automóvel, do atraso no pagamento de impostos etc.

Resolver a restrição de um veículo de origem administrativa costuma ser simples e não envolve muitas burocracias. Para sanar problemas como multas atrasadas, é preciso apenas quitá-las. Se o que gerou o bloqueio foi a falta de transferência, basta efetivá-la.

O que fazer para saber se um veículo tem bloqueios?

Existem duas formas que são mais usadas para que o atual e o futuro proprietário de um veículo consigam saber se existem pendências (ou bloqueios diversos) em nome do veículo, desde multas de trânsito até restrições judiciais.

Assim, é possível fazer pesquisas acerca da situação de determinado veículo pela Internet — no site do Detran de cada estado — ou pessoalmente — diretamente em um posto do órgão de trânsito.

É válido ressaltar que, para fazer a busca online, é preciso acessar o site do Detran do estado em que o veículo foi registrado. A consulta da situação do veículo também pode ser realizada por meio do aplicativo da Carteira Digital de Trânsito.

Ao fazer uma pesquisa online e descobrir que o veículo tem restrições, mas não conseguir informações sobre o tipo de bloqueio que o veículo sofreu, é preciso se dirigir a um posto do órgão para uma consulta mais detalhada — em alguns estados, o serviço presencial deve ser agendado antecipadamente.

Como resolver o bloqueio do veículo?

Para resolver bloqueios diversos de um veículo, é preciso saber quais são os tipos de restrições que o carro tem, já que cada um deles envolve um procedimento.

Se o bloqueio for porque o processo de transferência do veículo não foi concluído, por exemplo, cabe ao proprietário prosseguir com todas as etapas que são necessárias para regularizar a situação.

Nos casos que envolvem clonagem de veículo, o proprietário deve se dirigir a um posto do Detran para obter um novo registro e fazer a troca dos documentos e da placa.

Nos casos em que é preciso fazer as solicitações de serviços junto ao Detran e o proprietário do veículo não tiver tempo disponível para realizar esses trâmites, uma pessoa pode representá-lo — para tanto, uma procuração pode ser exigida.

Quando o bloqueio é judicial, a questão deve ser resolvida diretamente na justiça, no processo que solicitou a restrição — uma vez que, nesses casos, o Detran não tem autonomia para retirar a informação por conta própria.

Agora que você já conhece as principais informações sobre os veículos com bloqueios diversos, antes de comprar um veículo usado, procure adotar todas as medidas que são necessárias, como consultar a situação dele antes de fechar o negócio, para não enfrentar esse tipo de problema.

Para conhecer os serviços prestados pela Regularize CNH, entre em contato conosco agora mesmo!

ppd e cnh

PPD e CNH: saiba como funciona e os passos para fazer a troca

Você sabe como funcionam a PPD e CNH? Ambos são documentos que atestam que determinada pessoa passou pelo processo de formação de condutores, logo, está apta para dirigir.

No entanto, há importantes diferenças entre eles, já que a PPD representa, justamente, um período inicial que é preciso passar para conseguir obter a CNH definitiva.

Como o tema costuma confundir muitas pessoas, preparamos este post, para explicarmos como funciona e o que é preciso observar para fazer a troca entre PPD e CNH. Se você tem interesse pelo assunto, continue a leitura e confira os detalhes!

O que é a PPD?

A permissão para dirigir (PPD), também chamada de carteira de motorista provisória, é o documento que é concedido para quem acabou de completar o processo de formação de condutores.

Isso quer dizer que a pessoa que realiza as aulas teóricas e práticas da autoescola, quando aprovado em todas as etapas, recebe a PPD e não a CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

Esse documento é entregue ao condutor depois que ele obtém aprovação nas provas e conta com validade de um ano. Ao olhar para a PDD, ela é igual a CNH, também conhecida como carteira definitiva, mas existem regras específicas às quais os motoristas precisam se submeter durante esse período.

A PPD funciona como se o novo condutor ainda estivesse passando com um “período de experiência” para se tornar um motorista. Depois disso, não havendo nenhum problema, a CNH definitiva é entregue.

Quais são as principais regras para PPD?

Uma das regras mais famosas sobre a PPD é que o motorista só consegue obter a CNH definitiva se durante o período de 1 ano ele não receber nenhuma multa de natureza gravíssima ou média. Além disso, ele também não pode ser reincidente em infração média.

No Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não diz nada a respeito das infrações de natureza média, mas, ainda assim, é relevante que o motorista tenha cuidado para não ultrapassar o limite de pontos previsto pela legislação.

Os motoristas que não cumprirem essas regras da PPD não recebem a CNH definitiva e para que eles possam dirigir é necessário realizar novamente todo o processo de habilitação, ou seja, tanto as aulas quanto os exames.

Adotar precauções não quer dizer que um condutor recém-habilitado deve evitar dirigir veículos, mas sim que o seu cuidado deve ser redobrado para que não seja preciso passar por todo o processo de habilitação novamente e pagar todas as suas taxas.

Ademais, é válido ressaltar que o condutor que tem em mãos a PPD conta com os mesmos direitos das pessoas que têm uma CNH definitiva. Portanto, não existem lugares em que um pode andar e o outro não.

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, também não existem restrições quanto aos tipos de vias que o motorista com PPD pode dirigir. Assim, é possível trafegar por rodovias, por exemplo, assim como por ruas urbanas de todo o país.

Como solicitar a emissão da CNH definitiva?

O procedimento para solicitar a emissão da CNH definitiva pode variar de acordo com o estado do motorista. No entanto, em geral, os seguintes passos costumam ser necessários:

  • o condutor deve se dirigir a um posto de atendimento do DETRAN, CIRETRAN ou locais que fazem esse tipo de serviço e requerer a CNH definitiva;
  • nesse momento, ele deve receber um boleto da taxa de serviço para a expedição da habilitação definitiva;
  • após o pagamento das referidas taxas, basta esperar o prazo e, ao final, retirar o documento na mesma unidade em que a solicitação foi feita.

Em alguns locais, é possível optar por receber a CNH definitiva em casa — em geral, mediante pagamento de uma taxa.

No entanto, como algumas etapas podem ser distintas a depender de cada estado, o mais indicado é se informar junto ao DETRAN acerca do procedimento que é adotado em sua localidade.

Hoje, já existem locais em que já é possível até mesmo realizar todo o processo online, sem nem sequer sair de casa. É o caso, por exemplo, dos estados de Minas Gerais e Paraná. Nesses casos, é preciso apenas preencher um formulário, pagar a taxa e aguardar o recebimento da CNH definitiva em casa.

O que pode impedir a troca de PPD para CNH?

Como vimos, o motorista precisa aguardar o período de 1 ano após a expedição de sua PPD para que seja possível retirar a CNH. No entanto, não basta apenas esperar esse prazo, existem algumas regras que devem ser respeitadas durante esse período.

Para estar apto a realizar a troca da PPD para a CNH definitiva, o motorista não pode ter cometido nenhuma infração de natureza grave ou gravíssima e nem ser reincidente em uma multa de natureza média, ou seja, ele não pode ter mais de uma multa dessa categoria.

Nesse sentido, são alguns exemplos de multa de natureza gravíssima:

  • passar no farol vermelho;
  • dirigir após o consumo de bebidas alcoólicas;
  • dirigir ou transportar pessoas sem capacete em moto;
  • fazer ultrapassagens em locais não permitidos;
  • dirigir acima da velocidade superior a 50% da permitida na via.

Já entre as infrações de natureza grave figuram as condutas:

  • andar sem cinto de segurança;
  • estacionar o veículo longe da calçada (meio-fio) em uma distância maior do que 1 metro;
  • transitar na via com velocidade superior ao limite, entre 20% e 50%.

As infrações de natureza média, por sua vez, são aquelas que o motorista com a PPD pode cometer uma única vez durante esse período, como ficar sem combustível em via pública e atirar objetos ou líquidos pela janela.

Quais são os riscos de não fazer a troca?

Todas as pessoas contam com o prazo de tolerância de 30 dias para renovar a CNH, inclusive os motoristas recém-habilitados que são portadores da PPD. Esse prazo é concedido justamente para que o condutor providencie todos os trâmites que são necessários para trocar a PPD pela CNH definitiva.

Se o condutor for pego dirigindo com a habilitação vencida há mais de 30 dias, ele comete uma infração de natureza gravíssima e precisa pagar uma multa no valor de R$ 293,47. Ainda, além de receber 7 pontos em seu prontuário e o veículo fica retido até que um condutor habilitado se apresente para retirá-lo.

Agora que você já sabe o que é PPD e CNH e o que é preciso para fazer a troca entre esses documentos, procure se manter atento às regras e aos prazos que apresentamos para conseguir a sua habilitação definitiva quanto antes!

Se você deseja receber mais dicas como as que apresentamos neste post, assine nossa newsletter!

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como dirigir um carro pela primeira vez

Como dirigir um carro pela primeira vez? 5 dicas para garantir segurança!

Descobrir como dirigir um carro pela primeira vez não costuma ser uma tarefa fácil, afinal, aquilo que parece ser \”automático\” para quem já dirige há muito tempo, pode ser um grande desafio para os novos motoristas.

São muitos pontos aos quais é necessário prestar atenção e ter cuidado para que seja possível manter a segurança no volante. Por sua vez, é importante não se intimidar com esse momento, já que apenas com a prática é possível se aperfeiçoar e se tornar um bom motorista.

Se você tem interesse pelo assunto e deseja conhecer 5 dicas de como dirigir um carro pela primeira vez, continue a leitura deste post e confira os detalhes. Não perca!

1. Atente-se à posição do banco

Os carros atuais, de maneira geral, contam com diversas possibilidades de ajustes que podem ser feitos no banco. Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, eles não servem somente para o conforto do motorista.

O indicado é que o condutor fique com a sua postura ereta na direção, uma vez que é preciso garantir que os movimentos necessários sejam realizados sem dificuldade e sem gerar dores.

Para tanto, procure colocar o banco em um ângulo de 100 a 120 graus, ou seja, nem muito inclinado, nem reto demais. Assim, os músculos não devem se tensionar excessivamente.

As pernas não devem ficar totalmente esticadas quando os pedais são pisados até o fundo, e os braços não podem nunca estar totalmente esticados para que seja possível segurar o volante. Por outro lado, os comandos também não devem ficar próximos demais.

2. Verifique se os retrovisores estão na configuração adequada

Depois de se certificar de que o banco está na posição ideal, o motorista deve colocar o cinto de segurança e checar os retrovisores antes de dar a partida no carro.

Nesse momento, lembre-se de ficar com a postura adequada e ajuste os espelhos. Os retrovisores laterais devem exibir uma boa parte da pista e por volta de 10% da lateral do carro, já o espelho interno deve permitir que você veja por toda a janela traseira do veículo.

Saber como ajustar os retrovisores é fundamental para quem deseja saber como dirigir um carro pela primeira vez, uma vez que são itens imprescindíveis no momento de mudar de pista ou realizar uma conversão.

3. Conheça bem o painel do veículo

Conhecer os itens que aparecem no painel do veículo e ficar atento a eles também é muito importante, na medida em que é por lá que o motorista tem como se informar sobre a quantidade de gasolina que há no veículo, se alguma peça precisa de reparo e até mesmo conferir a velocidade em que está transitando.

Apesar de parecer uma dica óbvia, a verdade é que existem muitos indivíduos que ficam com o carro parado em algum lugar por falta de combustível, por exemplo, o que poderia ser evitado com uma simples conferência no painel.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a pane seca, inclusive, é infração de trânsito de categoria média e pode gerar multa no valor de R$ 130,16, 4 pontos na CNH e remoção do veículo.

Ao verificar uma luz de alerta com o desenho da bomba de combustível ligada no painel, quer dizer que o tanque está na reserva. Nesse momento, não é preciso entrar em desespero, pois ainda existem alguns litros que são capazes de fazer o carro andar, mas o indicado é procurar por um posto o quanto antes para resolver a situação.

Além disso, não é um bom hábito andar frequentemente com o tanque na reserva, pois a sujeira decantada no fundo do compartimento pode ser enviada para o motor e gerar danos ao veículo.

4. Fique atento aos pedais

Uma das grandes dúvidas entre os novos motoristas é com relação aos pedais. Um veículo com câmbio manual conta com três pedais e cada um deles tem uma função.

A embreagem, por exemplo, é o pedal da esquerda e é usada para dar a partida no veículo, não deixar o carro morrer quando está parado ou em baixa velocidade e para trocar de marcha.

Já o freio é o pedal do meio, e o seu objetivo é parar o veículo ou diminuir a sua velocidade. Ao pressioná-lo suavemente, a redução é gradual, enquanto uma maior pressão no pedal faz o carro parar em poucos segundos.

Por fim, o acelerador é responsável por fazer as rodas girarem para o carro iniciar a marcha, tanto para frente quanto para trás, a depender do local em que se encontra a alavanca do câmbio.

Há uma regra fundamental com relação aos pedais: a embreagem sempre deve ser pisada com o pé esquerdo e o acelerador e o freio com o direito, já que ambos jamais devem ser acionados ao mesmo tempo.

Os carros automáticos contam com apenas dois pedais, o acelerador e o freio, na medida em que a troca de marcha nesse tipo de veículo é automática.

5. Sinalize qualquer intenção de movimento

Em geral, durante as aulas da autoescola, os alunos aprendem de forma rigorosa a usar as setas e o pisca-alerta para sinalizar intenções de movimento como mudanças de pista, saídas e conversões.

O que muitos motoristas desconhecem é que a sinalização é exigida mesmo nos casos em que não existe outro veículo trafegando atrás, uma vez que o CTB não apresenta distinção entre haver ou não carros ou pedestres a quem sinalizar.

O motorista que não realiza a devida sinalização, como não dar seta ao trocar de faixa na via, comete uma infração grave que gera multa no valor de R$ 195,23 e o acréscimo de 5 pontos em sua CNH.

Agora que você conhece 5 dicas de como dirigir um carro pela primeira vez, lembre-se sempre de usar os itens de segurança, como o cinto, e coloque as nossas dicas em prática para garantir as melhores condições ao conduzir veículos e, consequentemente, gerar mais segurança e conforto no trânsito.

O que achou das nossas dicas? Deixe um comentário e nos conte qual delas foi mais útil para você!

multa por não transferir veículo em 30 dias

Como evitar multa por não transferir veículo em 30 dias? Confira!

Você sabia que existe multa por não transferir veículo em 30 dias? A compra e venda de automóveis é uma atividade comum no Brasil. No entanto, muitas pessoas não conhecem os trâmites para regularizar a transferência e trafegar nas vias públicas com tranquilidade.

Nesse sentido, a transferência de posse de um veículo é um processo obrigatório em casos de venda, previsto no Código de Trânsito Brasileiro. O novo proprietário deve iniciar os trâmites para obter o Certificado de Registro do Veículo (CRV) atualizado.

Embora seja um assunto comum, ainda é alvo de diversas dúvidas, principalmente, pela burocracia do processo. Pensando nisso, confira informações relevantes e o que fazer para evitar a multa por não transferir veículo em 30 dias!

Qual a importância da regularização do veículo?

A compra de um veículo é a realização de um sonho para muitas pessoas, pois oferece liberdade e autonomia. Entretanto, para trafegar com tranquilidade, é indispensável ter o CRV atualizado, para evitar multas e penalidades impostas pelos órgãos de trânsito.

Sendo assim, a regularização do veículo é o primeiro passo para dirigir dentro das leis e não perder dinheiro devido à aplicação de multas. Portanto, ao adquirir o veículo, é muito importante entender o que fazer para transferir dentro do prazo e eliminar dores de cabeça.

Como funciona a transferência de um veículo?

Toda vez que um veículo muda de proprietário, ou seja, é vendido, é necessário solicitar um novo registro, transferindo-o para o nome do comprador. O processo deve ser realizado no órgão de trânsito regional pessoalmente ou por um despachante.

Basicamente, após a venda do veículo, o comprador tem o prazo de 30 dias para realizar a transferência de posse e emitir o novo CRV. Se após esse período a transferência não for efetuada, o vendedor tem 60 dias para realizar a comunicação de venda.

Embora seja um processo simples, é importante ter atenção, pois ao deixar de transferir o veículo no prazo de 30 dias é aplicada a multa. O artigo 233 do Código de Trânsito Brasileiro considera como infração e prevê a retenção do veículo para a regularização.

Quais as mudanças em lei nas regras de compra e venda?

Nos últimos tempos, algumas das leis passaram por alterações, devido à ocorrência da pandemia e necessidade do distanciamento social. Dessa forma, por algum tempo, ficou suspenso o prazo para transferência, mas desde a Resolução 805/2020, o período de 30 dias voltou a vigorar.

Outra mudança é que, desde abril de 2021, deixar de transferir o veículo em 30 dias não gera 7 pontos na CNH. Sendo assim, o valor da multa e a retenção do veículo foram mantidos, caso o novo proprietário não realize a transferência no prazo correto.

A Lei Federal nº 14.071/2020 também promoveu mudanças em relação ao prazo de validade das habilitações e alguns pontos sobre a transferência. Segundo a lei, caso o prazo para transferência estiver expirado, o antigo proprietário deve enviar a cópia autenticada do comprovante de transferência.

Diante disso, o documento é encaminhado ao órgão executivo de trânsito do Estado no em até 60 dias. Assim, as responsabilidades são direcionadas para o novo proprietário, que vai arcar com as sanções aplicadas pelo não cumprimento da lei.

Qual o momento certo para transferir?

O momento ideal para planejar a transferência do veículo é logo após a compra, organizando as documentações e pagamento das taxas. Portanto, é um processo que deve acontecer dentro dos 30 dias previstos pela lei. Se necessário, conte com ajuda de um despachante.

Como deve ser feito o procedimento?

Apesar de ser um processo considerado simples, o novo proprietário enfrenta diversas burocracias para fazer a transferência. É preciso estar com todos os documentos, taxas devidamente pagas e veículo regularizado para ter sucesso.

De forma resumida, o processo de transferência acontece da seguinte forma:

  • verificação da situação do veículo;
  • quitação dos débitos;
  • ida ao cartório para reconhecer firma das assinaturas no recibo;
  • vistoria obrigatória no órgão de trânsito;
  • efetivação da transferência e emissão do novo CRV.

Quais as consequências de não transferir dentro do prazo?

Quando o novo proprietário deixa expirar o prazo de 30 dias para transferir o veículo, não são adicionados pontos na carteira, mas aplicada a multa. Além disso, se o veículo for abordado na fiscalização nas vias, é apreendido até a regularização da situação.

Como evitar a multa por não transferir o veículo em 30 dias?

Você viu, até agora, que as consequências por não transferir o veículo são sérias e podem causar grandes prejuízos financeiros e de tempo. Por isso, é fundamental ter atenção e garantir que o automóvel seja devidamente transferido no prazo correto, para evitar todas as penalidades.

No entanto, caso seja aplicada a multa, é possível recorrer, com chances de reduzir os seus gastos para regularizar o seu veículo. Para isso, basta enviar uma defesa prévia para a Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari).

Nesse sentido, para elevar as chances de ter sucesso e eliminar a multa, é essencial contar com uma assessoria especializada. O apoio profissional é a melhor alternativa para elaborar uma defesa consistente e garantir os seus direitos, regularizando a situação.

A Regularize CNH é uma empresa especializada em regularização de CNH, multas e todo problema que impeça você de dirigir nas vias públicas. Com experiência no assunto, é o apoio ideal para elaborar sua defesa e garantir o direito de dirigir o seu novo veículo com tranquilidade.

Viu como é importante conhecer e evitar a multa por não transferir veículo em 30 dias? Ter o veículo regularizado é muito importante para que não haja complicações após a compra e venda. Por isso, contar com apoio especializado para eliminar as multas é essencial para preservar seu orçamento e dirigir com tranquilidade.

Gostou do post? Agora que já sabe como evitar a multa por não transferir veículo dentro do prazo, não perca tempo e entre em contato conosco agora mesmo! Saiba como podemos ajudar a regularizar sua situação e evitar a aplicação de multas de trânsito e outros problemas relacionados ao CTB!